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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
De África ao Golfo, os países árabes vão perder mais na agricultura
Não combater as alterações climáticas pode custar à UE 65 mil milhões de euros por ano
25.11.2009 - 16h29
Por PÚBLICO 
Christian Charisius/REUTERS
Praia na costa do Báltico alemã: a Europa central, até à Polónia, é a que terá menores impactos e onde o turismo pode beneficar
Se o aquecimento do planeta não for travado, a União Europeia pode perder até 65 mil milhões de euros por ano, em riqueza que ficará por produzir. O maior impacto vai sentir-se no Sul, incluindo em Portugal, diz um estudo do Centro Comum de Investigação da Comissão Europeia.

“Se hoje tivéssemos o clima previsto para 2080, a UE enfrentaria uma diminuição anual de 20 a 65 mil milhões de euros do Produto Interno Bruto”, avisa o relatório ontem publicado.

Os investigadores tiveram em conta quatro áreas: agricultura, inundações, mudanças nas zonas costeiras com transferências de populações e turismo. Em todas se vai perder dinheiro, mas no turismo o impacto será quase neutro.

Mas mesmo no turismo, Portugal, Espanha, Itália, Grécia e Bulgária arriscam mais perdas. A Europa Central, até à Polónia, é que terá menor impacto. Aumentarão as inundações, mas os países beneficiarão do crescimento do turismo. E quanto mais se avançar para Norte, menores serão as consequências negativas: “Dinamarca, Suécia, Finlândia, Estónia, Letónia e Lituânia serão os únicos países a ganhar em todos os cenários”. Acima de tudo, devido a ganhos na agricultura, mas também no turismo.

Mas nada disto deverá deixar ninguém contente, alertam os autores: para o conjunto da UE, o custo global poderá ser bem superior aos números deste estudo, que não contou com impactos não económicos, como a biodiversidade ou catástrofes naturais.

Em todo o globo, nenhuma zona vai sofrer mais na agricultura do que os países árabes, disseram ontem responsáveis da ONU e da Liga Árabe. “Esta região já sofre pobreza, aridez generalizada e falta de água”, disse Silma Bahous, secretária para o Desenvolvimento Social da Liga.

Hoje, são já 15 por cento as pessoas nos países árabes sem acesso a água potável. E com as alterações climáticas, a produção de alimentos pode diminuir para metade na região.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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