• 27 de Novembro de 2009
  • 10º - 17º Lisboa
  • Casal infiltra-se sem convite numa recepção na Casa Branca
  • Alberto Korda - O homem que amava as mulheres
  • Michael Moore morde a mão que lhe dá de comer
 
Japão preocupado com queda do dólar
Um negociante de divisas estrangeiras usa o telefone numa sala de transacções em Tóquio. Fotografia: Yuriko Nakao/Reuters

08:27 - Lisboa abre a perder 1,74 por cento
 
07:50 - Relatórios de inspecção fiscal a artistas contrariam versão oficial
 
07:45 - TAP reduziu perdas e chegou a Setembro com prejuízos de 60 milhões de euros
 
07:40 - Sinal de alarme na SLN soou em 2000 no Banco de Portugal
 
07:36 - Bolsas registam a pior sessão em sete meses
 
07:34 - Tóquio fecha a perder 3,22 por cento
 
07:24 - Dubai deixa de pagar dívidas e assusta bolsas mundiais
 
21:49 - Mota-Engil esclarece dividas ao BCP de 1,2 mil milhões de euros
 
20:30 - BPP: CMVM defende que alavancagem é legal desde que em benefício exclusivo dos clientes
 
19:57 - Ex-dona do BPN adia assembleia-geral para primeira quinzena de Janeiro
 
19:37 - Operadores e agências de viagem franceses assistiram à promoção do Douro
 
18:49 - Edifer admite parar obras se não for encontrada solução para chumbo do TC
 
18:49 - Presidente do Tribunal de Contas alerta para "fronteiras muito ténues" da corrupção
 
18:24 - Cofina com lucro de 19,5 milhões devido a valorização da participação na Zon
 
18:11 - Moddy's reforça outlook negativo sobre dívida pública portuguesa
 
17:31 - Tribunal de Contas recusa visto prévio à Algarve Litoral
 
17:30 - Teixeira Duarte passa de perdas a lucros de 58 milhões
 
17:27 - Cotadas do PSI-20 fecham sessão no vermelho
 
17:04 - DST cria empresa exclusiva para construir e arrendar lojas à Sonae
 
17:02 - BPP: CMVM autorizou alavancagem até sete milhões de euros por cliente
 
16:26 - Bolsas europeias em queda livre por causa do Dubai
 
15:42 - Exposição dos bancos europeus ao Dubai chega a 13 mil milhões de euros
 
15:35 - Teixeira dos Santos: oposição faz "jogo político" ao atacar Orçamento Rectificativo
 
15:24 - Teixeira dos Santos diz que agravamento do défice está em linha com média da zona euro
 
15:05 - Bolsas europeias caem mais de dois por cento
 
14:45 - Governo vai abrir 5 mil estágios na Função Pública
 
14:43 - Governo vai “dialogar” com accionistas da REN para substituir José Penedos
 
14:36 - Groundforce já tem potenciais investidores
 
14:34 - BCP actualiza pelouros na administração
 
14:18 - TAP chegou a Setembro com prejuízos de 60 milhões de euros
 
12:34 - Agências de viagens não vislumbram "retoma sustentada" do sector
 
12:31 - Governo investe cinco milhões em campanha de turismo interno e captação de congressos
 
12:23 - Dubai choca mercados com moratória sobre a dívida da sua principal empresa estatal
 
10:59 - Euribor sobem nos principais prazos
 
10:48 - Economia do Japão precisa de mais ajudas para evitar nova recessão
 
09:42 - Desemprego aumentou muito mais na construção do que nos restantes sectores de actividade
 
 
40 mil milhões
de euros é o valor da dívida obrigacionista cuja amortização o grupo público Dubai World suspendeu por pelo menos seis meses, deixando as bolsas europeias à beira de um ataque de nervos, com quedas ontem superiores a dois por cento.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Marcha de protesto
Clientes do BPP exigem ao Estado solução até 2 de Dezembro
14.11.2009 - 15h25
Por Lusa 
Os clientes do Banco Privado Português (BPP) exigiram hoje ao Estado português que encontre até 2 de Dezembro uma solução de recuperação da totalidade das suas poupanças em igualdade com os restantes credores.

Quando passa um ano desde a intervenção das autoridades no banco criado por João Rendeiro, algumas dezenas de clientes concentraram-se hoje junto à sede do BPP, de onde partem, ao início da tarde, numa marcha em direcção à Comissão de Mercados de Valores Mobiliários (CMVM), Banco de Portugal e Ministério das Finanças para entregarem uma carta de protesto.

Sem especificar o conteúdo da carta, o porta-voz dos clientes, Ricardo Ribeiro, disse aos jornalistas que a missiva pretende chamar a atenção das autoridades para encontrar uma solução que “respeite eticamente todos os clientes em pé de igualdade”.

“Nós não podemos ser discriminados em relação a outros credores do banco”, adiantou o porta-voz dos mais de dois mil clientes que têm as suas contas congeladas há um ano.

Ricardo Ribeiro afirmou que após a intervenção do Estado no banco, foi “dado um aval de 400 milhões de euros para pagar a credores, nomeadamente a bancos estrangeiros, municípios e caixas de crédito”, deixando os restantes clientes “desamparados”.

Além de entregarem a carta, os clientes pretendem com a concentração junto à sede do banco e vigília chamar atenção para a situação e exigirem que as autoridades portuguesas encontrem uma solução até 2 de Dezembro.

Nessa data, a “situação vai mudar de figura, porque há muitos clientes que estão absolutamente desesperados e a viver da caridade de amigos e familiares”, disse, desconhecendo ainda quais as medidas que vão tomar depois de 2 de Dezembro, caso não haja qualquer resposta por parte do Governo.

“Ainda não sabemos o que vamos fazer em concreto, mas se até lá não for encontrada uma solução vamos promover uma reunião com os clientes associados das três associações para decidir o que fazer”, acrescentou.gundo Ricardo Ribeiro, as cartas de protesto vão ser entregues à CMVM, Banco de Portugal e Ministério das Finanças porque são os “representantes do Estado português que não se podem demitir das suas responsabilidades”.



Esta é a terceira acção do género promovida pelos clientes do BPP, que inicialmente ocuparam as instalações do banco no Porto e mais tarde manifestaram-se durante vários dias na sede de Lisboa, reclamando contra o congelamento das contas – decidido pelo Banco de Portugal – que impede que recuperem o dinheiro aplicado na instituição.



A Privado Fundos, gestora do BPP, está desde o Verão a montar um fundo especial de investimento que reunirá os activos dos clientes de retorno absoluto, solução que conta com o apoio das autoridades, mas o processo continua ainda numa etapa inicial, à espera que a CMVM – que tem consecutivamente requerido mais informações sobre os activos (e os passivos) relacionados com as carteiras de retorno absoluto – dê luz verde à constituição do “megafundo”.



Na sexta-feira, o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, disse que a resolução da situação do BPP está “a demorar mais” do que o desejável, mas salientou que “há trabalho que está a ser feito” e tudo depende dos accionistas.



“O timing [para que seja encontrada uma solução] não é meu, é, acima de tudo, dos accionistas. Esta instituição é privada e a sua viabilização depende dos accionistas, não do Estado”, afirmou Teixeira dos Santos, acrescentando: “Não podemos pensar que o Estado é o salvador de todos e de tudo”.
Achou este artigo interessante? Sim
 
Digg Do Melhor   Comente Leia comentários Imprima Tops Estatísticas
 
 
comente este artigo
Critérios para publicação de comentários
 
Restam 1200 caracteres
 
   
 
   
 
Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados. Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.
 
Registe-se, faça o seu login e acompanhe a evolução da cotação dos títulos que fazem parte da sua carteira ao longo do dia.
 


"O probelma [do novo Código Contributivo] é a sobrecarga fiscal sobre o tecido mais frágil e desprotegido da sociedade portuguesa em tempos de crise tão severa -- os trabalhadores a recibo verde e os pequenos negócios."
Armando Esteves Pereira, "Correio da Manhã", 27-11-2009
 

PUB
PUB
25.11.2009
 

Destaques do "Wall Street Journal"
Reino Unido vai prolongar por mais cinco semanas a amnistia às taxas das contas em offshores, num movimento que os analistas consideram ser insuficiente para o sucesso da medida
 
Destaques do "Finantial Times"
Bolsas asiáticas são atingidas por onda de pânico e fúria vendedora.
 
Destaques do "Diário Económico"
Presidente da Endesa sondado para a presidência da REN. Nuno Ribeiro da Silva foi contactado antes mesmo de José Penedos ter sido suspenso pelo tribunal de Aveiro.
 
+ revista de imprensa
 
PUB