• 09 de Fevereiro de 2010
  • 11º - 16º Lisboa
 
G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

13:23 - Decisões da ERSE vão ter impacto no mercado de gás natural a partir de Julho
 
12:51 - Agências de "rating" tiveram "erros importantes", diz presidente do Santander Totta
 
12:41 - "Spreads" em Portugal vão ter que aumentar se condições de crédito se mantiverem
 
12:37 - Espanha propõe “estratégia comum” para os carros eléctricos
 
12:31 - Israel propõe à TAP voos para Portugal e garante ocupação mínima para rentabilizar ligação
 
12:27 - Custos com construção nova sobem 0,4% em Dezembro
 
11:57 - Grécia quer alargar idade média de reforma para os 63 anos
 
11:33 - Opel suprime 8300 postos de trabalho na Europa
 
11:13 - Trichet defende que se devem manter expectativas de inflação "bem ancoradas"
 
11:03 - Tribunal Constitucional decide que prestações sociais na Alemanha são insuficientes
 
10:18 - Primeiro-ministro grego apela aos funcionários públicos para "darem o exemplo"
 
10:08 - Blockbuster Portugal inicia processo de insolvência
 
10:04 - Tóquio fechou em queda
 
10:01 - Bolsa de Lisboa abre em alta de 0,10%
 
09:45 - Carro eléctrico é "crítico" para o sucesso das renováveis
 
09:22 - Tecnologia portuguesa em dois aeroportos do Mundial 2010
 
09:19 - Rohde só é viável com marca própria e com 150 dos actuais 984 trabalhadores
 
09:15 - Bancos já estão a passar custo da crise para os seus clientes
 
 
60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Dados do terceiro trimestre
Zona euro saiu da recessão com um crescimento de 0,4 por cento
13.11.2009 - 10h55
Por Lusa, PÚBLICO 
A economia da zona euro cresceu 0,4 por cento no terceiro trimestre deste ano face ao trimestre anterior, confirmando a saída da recessão técnica.

No entanto, quando comparado com o período homólogo, os países da zona euro registaram uma quebra de 4,1 por cento, de acordo com o Eurostat, o organismo oficial de estatísticas da União Europeia.

O conjunto da União Europeia também saiu da recessão técnica, uma vez que o Produto Interno Bruto (PIB) da Europa a 27 cresceu 0,2 por cento no mesmo período, quando comparado com o trimestre anterior, em que as taxas de crescimento foram negativas em 0,2 por cento, para a zona euro, e negativas em 0,3 por cento para o conjunto dos 27 países que constituem a União Europeia.

No entanto, no terceiro trimestre havia ainda duas grandes economias europeias em recessão – a espanhola e a britânica. Em Espanha o PIB teve uma queda em cadeia de 0,3 por cento, suavizando a de 1,1 por cento do trimestre anterior. A variação homóloga foi de -4,0.

No Reino Unido, a queda em cadeia foi de -0,4, tendo a variação homóloga sido de -5,2 por cento. Várias outras economias europeias de menor dimensão continuam ainda em situação de recessão técnica.

A maior economia europeia, a Alemanha, cresceu 0,7 por cento em cadeia no terceiro trimestre, depois de ter registado uma subida de 0,3 por cento no trimestre anterior (tal como Portugal).

Olhando para o conjunto dos países, constata-se que o comportamento da economia portuguesa está entre os melhores. Só a Grécia, com uma quebra de 1,6 por cento no PIB, quando comparado com o período homólogo, tem um resultado melhor. A França registou, tal como Portugal, uma quebra de 2,4 por cento face aos meses de Julho a Setembro.

Olhando para o mesmo período de 2008, as contas hoje divulgadas pelo Eurostat mostram que o PIB diminuiu 4,1 por cento na zona euro e 4,3 por cento na UE a 27, depois de se ter contraído 4,8 e 4,9 por cento, respectivamente, de Abril a Junho.

Também esta manhã o Instituto Nacional de Estatística divulgou que a economia portuguesa cresceu 0,9 por cento no terceiro trimestre deste ano, acelerando de uma subida de 0,3 por cento no segundo trimestre, em cadeia.

Comparando com o período homólogo de 2008, o INE mostra que a economia nacional contraiu-se no terceiro trimestre 2,4 por cento, melhorando face à queda de 3,7 por cento que tinha registado no segundo trimestre deste ano.

Notícia actualizada às 11h50

Lusa/PÚBLICO
Achou este artigo interessante? Sim
 
Digg Do Melhor   Comente Leia comentários Imprima Tops Estatísticas
 
 
comente este artigo
Critérios para publicação de comentários
 
Restam 1200 caracteres
 
   
 
   
 
Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados. Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.
 
Registe-se, faça o seu login e acompanhe a evolução da cotação dos títulos que fazem parte da sua carteira ao longo do dia.
 


"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

PUB
PUB
03.02.2010
 

Destaques do "The Wall Street Journal"
A sessão de ontem das bolsas europeias foi turbulenta, reflectindo preocupações contínuas sobre a saúde económica e fiscal dos países na periferia da Europa
 
Destaques do "Financial Times"
Investidores fazem aposta de oito mil milhões de euros contra o euro, devido a receios de uma crise de dívida na área da moeda única
 
Destaques do "Jornal de Negócios"
Bancos já estão a subir taxas de juro no crédito
 
Destaques do "Diário Económico"
Banqueiros alertam para nova subida dos spreads do crédito para a casa, prevendo-se subida do custo dos novos empréstimos em Fevereiro
 
+ revista de imprensa
 
PUB