• 09 de Fevereiro de 2010
  • 11º - 16º Lisboa
 
G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

20:56 - ERC confirma que Ongoing tem de sair da Impresa para comprar TVI
 
20:36 - Votorantim e CGD admitem descer fasquia na Cimpor
 
18:43 - Federação da Construção: Proposta de Orçamento de Estado é uma sucessão de más notícias
 
18:24 - CSN quer impugnar efeitos no Brasil da entrada da Votorantim na Cimpor
 
18:10 - Frente Comum marca greve da função pública para 4 de Março
 
17:03 - PSI-20 encerra a subir 0,83% e lidera ganhos na Europa pela segunda sessão consecutiva
 
16:39 - PT adia apresentação das contas para Março
 
15:53 - Portugal vai emitir obrigações de dívida pública a dez anos
 
15:49 - Wall Street abriu a subir
 
15:37 - TAP "não prevê aposta em novos destinos"
 
15:00 - Administração da Privado Holding contesta novo fundo e apresenta proposta esta semana
 
14:57 - Santader Totta mantém lucros anuais de 523,3 milhões de euros
 
13:23 - Decisões da ERSE vão ter impacto no mercado de gás natural a partir de Julho
 
12:51 - Agências de "rating" tiveram "erros importantes", diz presidente do Santander Totta
 
12:41 - "Spreads" em Portugal vão ter que aumentar se condições de crédito se mantiverem
 
12:37 - Espanha propõe “estratégia comum” para os carros eléctricos
 
12:31 - Israel propõe à TAP voos para Portugal e garante ocupação mínima para rentabilizar ligação
 
12:27 - Custos com construção nova sobem 0,4% em Dezembro
 
11:57 - Grécia quer alargar idade média de reforma para os 63 anos
 
11:33 - Opel suprime 8300 postos de trabalho na Europa
 
11:13 - Trichet defende que se devem manter expectativas de inflação "bem ancoradas"
 
11:03 - Tribunal Constitucional decide que prestações sociais na Alemanha são insuficientes
 
10:18 - Primeiro-ministro grego apela aos funcionários públicos para "darem o exemplo"
 
10:08 - Blockbuster Portugal inicia processo de insolvência
 
10:04 - Tóquio fechou em queda
 
10:01 - Bolsa de Lisboa abre em alta de 0,10%
 
09:45 - Carro eléctrico é "crítico" para o sucesso das renováveis
 
09:22 - Tecnologia portuguesa em dois aeroportos do Mundial 2010
 
09:19 - Rohde só é viável com marca própria e com 150 dos actuais 984 trabalhadores
 
09:15 - Bancos já estão a passar custo da crise para os seus clientes
 
 
60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Elza Pais, secretária de Estado da Igualdade
Aplicação da lei da paridade vai ser estudada
13.11.2009 - 07h41
Por Ana Rute Silva 
Elza Pais, secretária de Estado da Igualdade, acredita que têm sido feitos progressos na presença das mulheres em cargos de direcção, sobretudo na Administração Pública. Para detectar casos como o de Famalicão (onde mulheres terão sido eleitas nas últimas autárquicas com o compromisso de, depois, serem substituídas por homens) está a ser feito um estudo, que estará pronto em 2010.

Os avanços em matéria de igualdade nos cargos de topo nas empresas são tão ténues que não se reflectem nas estatísticas dos últimos anos?

A minha leitura não é essa. Os avanços são ligeiros, não se fazem de um dia para o outro e implicam uma arquitectura diversa, desde legislação a promoção de novas atitudes e valores. São processos longos. Na Administração Central as mulheres em lugares de topo têm vindo a aumentar, apesar de ainda não ser a níveis satisfatórios. Em média, podemos dizer que a taxa de feminização dos cargos de administração é de 45,1 por cento. Tem havido um esforço para combater esta desigualdade de oportunidades, e que começa a mostrar os seus resultados a nível da administração pública. O mesmo não posso dizer quanto às empresas. Nas 19 maiores, Portugal não tem mulheres na presidência das administrações. Mas não é o único país com estes dados ao nível da União Europeia (UE). Passa-se o mesmo na Holanda, Suécia, Reino Unido, Espanha, Dinamarca ou Alemanha. É um problema da UE e têm sido desenvolvidas diversas políticas para o poder combater. Em alguns países, há uma lei de quotas para a ocupação destes lugares nas empresas, nomeadamente na Suécia e Espanha. Nós fizemo-lo para a tomada de posição política e, a esse nível, os avanços foram significativos. Pela aplicação da Lei da Paridade aumentámos a representatividade das mulheres na ordem dos 33 por cento. Por outro lado, temos resoluções de conselhos de ministros para que as empresas possam aplicar planos para a igualdade, e um prémio promovido pela Comissão para a Igualdade de Cidadania e de Género (CIG) e pela Comissão pela Igualdade no Trabalho e na Empresa (CITE) que premeia empresas que promovam práticas de conciliação. É o exemplo da Auchan.

O Governo pondera reforçar medidas como a nova licença parental tornando-a, por exemplo, obrigatória?

A Licença de Parentalidade, apesar de não obrigar à utilização da licença por parte dos pais, dá incentivos à natalidade e cria condições para que as famílias possam decidir. Quem ganha são as crianças. Não podemos falar ainda de resultados porque é recente.
Neste momento, a nossa preocupação é fazer com que a lei se aplique e, sobretudo, trabalhar a mentalidade dos portugueses e das portuguesas para que os pais utilizem a licença que a lei já disponibiliza. Esse será o nosso trabalho, ao nível da mudança de valores. A conciliação entre a vida familiar e pessoal em Portugal ainda se faz muito no feminino. Através da utilização destas novas oportunidades, queremos que a conciliação se faça cada vez mais no masculino. As empresas terão de se adaptar.
A CITE registou este ano uma subida do número de queixas. Isto significa que as pessoas, numa lógica de consciência de direitos, estão a reivindicar mais. O facto de fazerem queixa e terem consciência é um sintoma positivo.

Tem conhecimento de casos como o de Famalicão?

A lei não pode prever a substituição de mulheres que suspendem ou renunciam ao mandato por outras mulheres. Seria discriminatório. Prevê uma representação equilibrada de 33 por cento e não podem ser mais de duas pessoas do mesmo sexo seguidas. Nesta lógica, acabamos por ter mais mulheres do que homens. Tem sido assim. Não conheço o caso de Famalicão, por isso não vou comentar. A CIG tem previsto um estudo que vai avaliar a aplicação da lei da paridade nestes três actos eleitorais e, se houver situações que podem consubstanciar aplicações da lei menos adequadas, serão feitos pareceres e poderemos agir. No próximo ano teremos resultados.
A Lei da Paridade é uma lei da modernidade e permite avanços. Durante a campanha eleitoral vi no terreno, em todo o país, mulheres a integrar listas. Essa presença feminina reforça a pluralidade de olhares. Não tenho nada a ideia de que se façam arranjos para colocar mulheres e, depois, retirá-las das listas. Se isso suceder, será analisado.

Quando estará implementado o Observatório da Igualdade?

Foi lançado em Setembro e os primeiros dados estarão disponíveis ao público em geral no início do próximo ano. Vai reunir informação de organismos da administração pública, outros observatórios nacionais e internacionais, e será um espaço com informação actualizada.

Notícia actualizada às 12:00
Achou este artigo interessante? Sim
 
Digg Do Melhor   Comente Leia comentários Imprima Tops Estatísticas
 
 
comente este artigo
Critérios para publicação de comentários
 
Restam 1200 caracteres
 
   
 
   
 
Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados. Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.
 
Registe-se, faça o seu login e acompanhe a evolução da cotação dos títulos que fazem parte da sua carteira ao longo do dia.
 


"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

PUB
PUB
03.02.2010
 

Destaques do "The Wall Street Journal"
A sessão de ontem das bolsas europeias foi turbulenta, reflectindo preocupações contínuas sobre a saúde económica e fiscal dos países na periferia da Europa
 
Destaques do "Financial Times"
Investidores fazem aposta de oito mil milhões de euros contra o euro, devido a receios de uma crise de dívida na área da moeda única
 
Destaques do "Jornal de Negócios"
Bancos já estão a subir taxas de juro no crédito
 
Destaques do "Diário Económico"
Banqueiros alertam para nova subida dos spreads do crédito para a casa, prevendo-se subida do custo dos novos empréstimos em Fevereiro
 
+ revista de imprensa
 
PUB