Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer
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16-11-2009 11:48:00
Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Na sua primeira intervenção pública em solo chinês, o presidente norte-americano garantiu que os EUA não querem limitar o crescimento do gigante asiático, respondendo às críticas de Pequim às políticas proteccionistas da Casa Branca. Fotografia: REUTERS/Stringer
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3,64
É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal |
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Estudo
Imagem de Portugal junto dos investidores externos piorou
06.11.2009 - 08h01
Por Lusa
A imagem de Portugal junto nos investidores internacionais deteriorou-se em 2009, face a 2008, segundo dados hoje divulgados pela consultora Ernst&Young.
De acordo com o relatório sobre Investimento Directo Estrangeiro (IDE), o sector que mais contribuiu para a deterioração da imagem de Portugal no estrangeiro foi o da produção de bens de consumo.
Os sectores da Energia e de Telecomunicações foram, por sua vez, responsáveis pelas respostas mais positivas dos investidores relativamente à percepção que têm do ambiente de negócios em Portugal.
Em declarações à Lusa, o partner da Ernst&Young, José Gonzaga Rosa, explicou que as percepções dos investidores internacionais apontam “de forma concisa para algum cepticismo sobre a capacidade de os governos endereçarem políticas no sentido de resolverem os principais inibidores do investimento directo estrangeiro”.
De acordo com o responsável, existem essencialmente dois pontos fracos do ambiente de negócios português e que são por um lado as ineficiências do sistema judicial e por outro, as ineficiências do sistema fiscal.
“São dois pontos que não têm a ver directamente com a economia, mas que acabam por ser um factor inibidor muito forte em termos de investimento estrangeiro”, disse José Gonzaga Rosa.
Por outro lado, acrescentou, existe algum cepticismo quanto à capacidade dos sucessivos governos de efectuarem políticas efectivas com vista à resolução daqueles dois inibidores de IDE.
Pela positiva, a Ernst&Young destaca o facto de Portugal ter “aparentemente resistido de forma satisfatória à crise iniciada em 2007/08”.
Isto porque, explicou José Gonzaga Rosa, o saldo de IDE manteve-se em 2008 nos 2,4 mil milhões de euros, um pouco acima do valor que nós tínhamos registado em 2007.
“Olhando apenas para os números, acabou por ter um desempenho satisfatório e aliás os valores de 2008 estão na média dos anos de 2007, 2005 e 2004”, afirmou.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
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Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009 |
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18.11.2009 |
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