G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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08-02-2010 8:36:00
G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Os ministros das Finanças estão na fila da frente e são (da esquerda para a direita) Naoto Kan, do Japão, Giulio Tremonti, da Itália, Christine Lagarde, da França, Jim Flaherty, do Canadá, Tim Geithner, dos EUA, Alistair Darling, do Reino Unido, e Wolfgang Schaeuble, da Alemanha. Os governadores dos bancos centrais estão atrás, de pé. O governador do BCE, Jean-Claude Trichet, é o terceiro a contar da direita. Também em pé, junto aos governadores, está o presidente do grupo dos minsitros das Finanças da zona euro, Jean-Claude Juncker, do Luxemburgo. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho. |
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Reunião da Fed
Taxas de juro nos EUA perto de zero por um período longo de tempo
04.11.2009 - 20h00
Por Sérgio Aníbal
A Reserva Federal norte-americana reafirmou ontem a sua intenção de manter as taxas de juro perto de zero por “um período longo de tempo”, mostrando receios relativamente aos efeitos da subida do desemprego e defendendo que a inflação continua controlada.
No final da reunião do comité encarregue de definir a política monetária dos EUA, a Fed emitiu um comunicado onde dizia que “a economia continuava a recuperar” e que o consumo “parecia estar a expandir-se”. No entanto, numa nota de cautela relativamente às expectativas de recuperação, a Fed assinala que os norte-americanos continuam a ter como entraves ao consumo “a continuação das perdas de empregos, o crescimento lento dos rendimentos, a diminuição da riqueza imobiliária e o crédito mais apertado”.
Para além da promessa de manter as taxas de juro a níveis historicamente baixas, foi também anunciada ontem a intenção de manter o programa de compra de obrigações das agencias de crédito governamentais, com a injecção de mais 175 mil milhões de dólares na economia.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
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Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010 |
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03.02.2010 |
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