Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer
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16-11-2009 11:48:00
Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Na sua primeira intervenção pública em solo chinês, o presidente norte-americano garantiu que os EUA não querem limitar o crescimento do gigante asiático, respondendo às críticas de Pequim às políticas proteccionistas da Casa Branca. Fotografia: REUTERS/Stringer
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3,64
É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal |
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Estradas de Portugal pretende apresentar recurso
Tribunal de Contas recusa visto prévio a duas auto-estradas
04.11.2009 - 07h50
Por Luísa Pinto
Foram as primeiras subconcessões do ambicioso pacote de obras lançado pela Estradas de Portugal a ser adjudicadas, e foram, também, as primeiras a receber um chumbo do Tribunal de Contas (TC).
O contrato de concessão da Auto-Estrada Transmontana, que foi adjudicado há quase um ano, por 700 milhões de euros, a um consórcio liderado pela Soares da Costa, e a subconcessão do Douro Interior, que está a ser executada por um consórcio liderado pela Mota-Engil, por 826 milhões de euros, não passaram no crivo do Tribunal de Contas.
A fiscalização prévia destes contratos decorre da jurisprudência do TC e do facto de as Estradas de Portugal ter como accionista único o Estado - o seu endividamento consolida no perímetro orçamental.
O visto favorável é condição exigível para que haja lugar a pagamentos. Mas, neste caso, a falta de visto não terá efeitos imediatos. Os contratos de concessão contêm a originalidade de prever que os concessionários não podem reclamar às Estradas de Portugal nenhum pagamento nos primeiros cinco anos desde a adjudicação da concessão.
Consultada pelo PÚBLICO, fonte oficial do TC afirmou que não podia ainda divulgar as razões inscritas no acórdão dos juízes, também porque ainda não decorreu o período de apreciação, que pode dar lugar a recurso. Recurso esse que a Estradas de Portugal anunciou pretender fazer.
Os consórcios envolvidos foram apanhados de surpresa pela notícia. Ao PÚBLICO, o presidente executivo da Mota-Engil, Jorge Coelho, lembrou que há várias frentes de obra no terreno e que a Douro Interior é um dos casos em que o esforço pedido ao concedente menos aumentou, ja que a diferença entre a proposta inicial e a fase de negociações não ultrapassou os seis por cento.
Recorde-se que praticamente todas as concessionárias alteraram as propostas com que foram seleccionadas para a fase de negociações. As empresas alegaram que a deterioração das condições financeiras do mercado e as alterações introduzidas pela concedente fizeram encarecer as concessões. E o caderno de encargos estipulava que as propostas finais não poderiam ser mais penalizadoras do que as primeiras.
Para além destas duas subconcessões, a Estradas de Portugal também já adjudicou dois contratos a consórcios liderados pela Brisa (Baixo Tejo e Litoral Oeste) e outros dois a consórcios liderados pela Edifer (Baixo Alentejo e Algarve Litoral).
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
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Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009 |
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18.11.2009 |
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