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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Previsões de Outono
Comissão Europeia alerta que indústria bancária continua "frágil"
03.11.2009 - 16h39
Por Lusa 
A indústria bancária continua “frágil” e os prejuízos das entidades financeiras poderão chegar aos 400 mil milhões de euros ao longo do próximo ano, alertou hoje a Comissão Europeia.

“Apesar de vários indicadores de ‘stress’ financeiro terem regressado aos níveis que tinham antes do início da crise, o sector bancário continua frágil”, revelou hoje em Bruxelas o executivo comunitário, na divulgação das suas previsões de Outono.

Segundo a Comissão Europeia, “as eventuais perdas futuras poderão variar entre os 200 e os 400 mil milhões de euros até ao final de 2010 no sector [bancário].

As projecções têm por base um ‘stress test’ feito pelo Comité dos Supervisores dos Bancos Europeus, cujos resultados foram divulgados a 2 de Outubro, bem como as previsões do Banco Central Europeu (BCE).

As estimativas sugerem que “o sector financeiro poderá sentir dificuldades em prosseguir a sua função de intermediação e apoio a uma recuperação [económica] sustentável”, reforçou a Comissão Europeia.

Já o comissário europeu para os Assuntos da União Monetária Europeia, Joaquin Almunia, admitiu que está à espera de “más notícias” no sector bancário.

“Os mercados financeiros estão a melhorar” e “os spreads estão abaixo dos níveis que foram alcançados antes do colapso do Lehman Brothers em Setembro de 2008. Isto pode mostrar-nos como o mercado financeiro, em geral, está a melhorar”, considerou.

“Mas o sector bancário está ainda frágil e o crédito estagnado e estas são as más notícias”, alertou, acrescentando que “as movimentações de crédito estão perto do zero e, nalguns casos, em terreno negativo”, sublinhou Almunia numa conferência de imprensa em Bruxelas.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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