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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Previsões da Comissão Europeia
Ministro das Finanças aguarda execução orçamental para apurar estimativa do défice
03.11.2009 - 14h29
Daniel Rocha (arquivo)
A Comissão estima para portugal um défice de oito por cento em 2009, o Governo 5,9 por cento
O ministro das Finanças afirmou hoje que a quebra da receita é que está a condicionar os resultados orçamentais e que vai aguardar os números da execução orçamental para apurar as previsões do Governo.

“Nós aguardamos os números da execução orçamental em Portugal. Estou a aguardar agora os números do mês de Outubro para podermos ir apurando as nossas previsões quanto ao resultado final do ano de 2009”, afirmou o ministro das Finanças aos jornalistas.



Teixeira dos Santos, que comentava aos jornalistas as previsões de Outono da Comissão Europeia, garantiu que não há derrapagem na despesa, e apontou a quebra das receitas na generalidade dos países da Europa, incluindo Portugal, como responsável pelos piores resultados orçamentais.



A Comissão Europeia estimou hoje que o saldo orçamental português registe um défice de oito por cento em 2009 e 2010, agravando-se em 2011 num cenário sem alterações de política.



O Governo tem mantido a sua estimativa de atingir um défice orçamental de 5,9 por cento no final do ano.



“Nós aumentámos a despesa de forma deliberada com um conjunto de programas e medidas para apoiar as famílias e as empresas, para resistirem aos efeitos da crise, mas estamos a cumprir o orçamento da despesa dentro daquilo que estava previsto. Não há derrapagem da despesa”, afirmou.



“O agravamento das condições orçamentais tem essencialmente a ver com a quebra da receita, quebra essa que tem sido muito significativa em todos os países da Europa, incluindo em Portugal. É essa quebra da receita que está a condicionar os resultados orçamentais dos vários Estados-membros, incluindo de Portugal”, explicou o ministro.



Teixeira dos Santo afirmou ainda que as estimativas para 2010 e 2011 da Comissão Europeia estão condicionadas por este ano ainda não terem recebido uma proposta de Orçamento do Estado, ao contrário de anos anteriores, devido ao calendário das eleições.



“A Comissão Europeia, contrariamente aos anos anteriores, fez as suas previsões para 2010 e também para 2011 sem dispor de uma proposta de orçamento. Em anos anteriores, normalmente, nesta altura do ano há uma proposta de orçamento que serve de base às projecções da comissão para aos próximos anos. Este ano, devido ao ciclo eleitoral, não há proposta de orçamento”, concluiu.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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