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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Terão também de vender activos
Royal Bank of Scotland e Lloyds vão receber mais 34.600 milhões de euros do Estado britânico
03.11.2009 - 09h18
Por Paulo Miguel Madeira 
Andrew Winning/Reuters
O Governo britânico fica agora a controlar a quase totalidade do capital do RBS
Os bancos Royal Bank of Scotland (RBS) e Lloyds vão receber um segundo financiamento do Governo britânico num montante total de 31.300 milhões de libras (34.600 milhões de euros), em cujo capital já participa em resultado de financiamentos concedidos no pico da crise financeira.

O Tesouro britânico (equivalente ao Ministério das Finanças português) vai injectar 25.500 milhões de libras no RBS (28200 milhões de euros), o que eleva os financiamentos totais para 45500 milhões de libras (50.300 milhões de euros), segundo a agência norte-americana Bloomberg.

Por seu lado, o Lloyds vai obter 21 mil milhões de libras de investidores privados e receber 5800 milhões (6400 milhões de euros) do Governo, elevando.

Este novo financiamento dos contribuintes britânicos segue-se aos 37 mil milhões de libras (41 mil milhões de euros) que os dois bancos já tinham recebido de financiamento estatal. Este novo balão de oxigénio financeiro põe o Governo britânico a controlar a quase totalidade do capital do RBS, enquanto o Lloyds escapa ao controlo maioritariamente público porque aumenta capital dos investidores privados institucionais.

Na sequência do dinheiro que teve de injectar no sector bancário no início da crise, o Governo britânico tinha ficado com uma posição de 43 por cento no capital Lloyds Banking Group, e de 70 por cento no Royal Bank of Scotland (RBS), enquanto o Northern Rock fora totalmente nacionalizado.

Os dois grupos acordaram também vender parte dos seus activos para limitarem a ajuda que necessitam do Estado, o que segundo a agência Reuters levará à venda de activos que representam cerca de dez por cento do negócio bancário de retalho no Reino Unido.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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