Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer
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16-11-2009 11:48:00
Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Na sua primeira intervenção pública em solo chinês, o presidente norte-americano garantiu que os EUA não querem limitar o crescimento do gigante asiático, respondendo às críticas de Pequim às políticas proteccionistas da Casa Branca. Fotografia: REUTERS/Stringer
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3,64
É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal |
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Justiça
Gestão de Oliveira e Costa gera dez processos-crime e muitas acções cíveis
02.11.2009 - 08h15
Por António Arnaldo Mesquita
O processo que levou à situação actual do BPN já deu origem a uma dezena de processos-crime, a acções cíveis milionárias e até ao pedido de anulação do acordo do banqueiro quando se divorciou da mulher.
José de Oliveira e Costa ganhou notoriedade pela forma expedita e polémica com que geriu, nos anos 1990, os chamados "perdões fiscais" enquanto secretário de Estado das Finanças do Governo de Cavaco Silva. Mas a sua fama e influência acabariam por ser dissipadas após ter sido fundador e principal responsável pelo Banco Português de Negócios, do qual foi a imagem pública durante uma década. O processo de ruína do banco deu origem a uma dezena de processos-crime, a acções cíveis milionárias e até ao pedido de anulação do acordo do banqueiro quando se divorciou da mulher. O primeiro libelo visando o ex-secretário de Estado social-democrata será conhecido muito em breve, antes de se completar um ano sobre a operação desencadeada pelo DCIAP que levou à detenção de Oliveira e Costa. O procurador Rosário Teixeira está a fazer um contra-relógio para deduzir a acusação do banqueiro, que está em prisão domiciliária, antes que se completem 12 meses sobre a confirmação da sua detenção, por presumível envolvimento em abuso de confiança, burla qualificada, fraude fiscal agravada e branqueamento de capitais. Neste inquérito estão a ser esclarecidos negócios com acções do BPN e da Sociedade Lusa de Negócios e a ser apurada a responsabilidade na dissipação de avultados bens patrimoniais. O Ministério Público começou a investigação a partir de denúncias do Banco de Portugal e da administração de Miguel Cadilhe, que detectou alegadas irregularidades no curto mandato do ex-ministro das Finanças até à nacionalização da instituição.
Mais inquéritos e arguidos Os outros nove inquéritos estão relacionados com grandes entregas de dinheiro em numerário, com o Banco Insular de Cabo Verde e o negócio ruinoso da Biometrics de Porto Rico. Esta operação, que Oliveira e Costa imputa a Manuel Dias Loureiro, terá dado lucros milionários a um polémico cidadão libanês, Abdul El-Assir, amigo do ex-ministro da Administração Interna e administrador executivo da Sociedade Lusa de Negócios. "Se não aparecesse o raio do negócio da Biometrics, hoje não estaríamos aqui", disse Oliveira e Costa aos deputados da Comissão Parlamentar de Inquérito ao BPN. Uma auditoria estimou que havia cerca de 300 milhões de euros em empréstimos do BPN a accionistas, situação que já motivou a constituição de arguido de Arlindo de Carvalho, o ex-ministro da Saúde de Cavaco Silva que era accionista e um dos supostos beneficiários de créditos avultados. Dois empresários da construção civil já foram também constituídos arguidos. Nas Varas Cíveis de Lisboa, a sociedade a que estavam ligados, Pousa Flores, moveu processos reclamando alguns milhões de euros da instituição fundada por Oliveira e Costa.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
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Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009 |
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18.11.2009 |
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