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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Trabalho
UGT defende aumentos significativos no salário mínimo e pensões
31.10.2009 - 19h15
Por Lusa 
Carlos Lopes (arquivo)
Proença diz que as empresas portuguesas têm ganho competitividade à custa dos salários
O líder da União Geral dos Trabalhadores (UGT), João Proença, defendeu hoje, em Coimbra, o aumento significativo do salário mínimo e das pensões, para além de mais diálogo político e social e reforço da negociação colectiva.

Intervindo no congresso fundador da UGT Coimbra, João Proença lamentou esta tarde a atitude dos empresários de pretenderem congelar o aumento do Salário Mínimo Nacional, referindo que as “empresas portuguesas têm ganho nos últimos anos competitividade à custa dos salários”.

“É um argumento inaceitável dos empresários dizerem que não deve haver aumento dos salários porque ou há salários ou há emprego”, frisou o dirigente sindical, que pretende ver atingido o valor de 500 euros em 2011, como foi definido pelo Governo.

João Proença considera “falso” que o aumento do ordenado mínimo possa criar desemprego nas empresas e considera que o seu congelamento poderá ter efeitos mais negativos, levando ao aumento do desemprego nas pequenas e médias empresas, que produzem maioritariamente para o mercado interno, por falta de “quem compre”.

Com o desemprego em alta e as previsões a apontarem para o seu aumento até à Primavera, o secretário-geral da UGT afirmou que vai exigir do Governo “políticas de crescimento e de emprego”, maior aposta no reforço da negociação colectiva e combate ao trabalho precário que afecta, sobretudo, jovens e mulheres.

O dirigente sindical defendeu ainda o aumento das pensões e disse que “há disponibilidade da Segurança Social para aumentar as reformas”.

UGT cria uniões regionais

Quanto à constituição da UGT-Coimbra, a primeira união a ser criada ao nível regional, João Proença assinala a vontade de “reforçar a capacidade de intervenção local” ao nível político e social, salientando que “os sindicatos têm funcionado de forma desligada”.

Trata-se de “um salto organizativo” que, segundo o líder nacional, visa uma maior proximidade e uma acção mais concreta no terreno, junto dos trabalhadores, para além de articular a actuação dos vários sindicatos afectos à UGT.

A estrutura regional de Coimbra vai ser liderada por Carlos Silva, do Sindicato dos Bancários do Centro.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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