• 22 de Novembro de 2009
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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Afecta mais de 22 milhões de pessoas na União Europeia
Taxa de desemprego aumenta para 9,2 por cento em Portugal
30.10.2009 - 10h05
Por José Manuel Rocha 
Há mais de 500 mil desempregados em Portugal
A taxa de desemprego em Portugal aumentou para 9,2 por cento em Setembro, revelou esta sexta-feira o Eurostat.

Para Agosto, o braço estatístico da Comissão Europeia tinha avançado uma taxa de 9,1 por cento, o mesmo valor apurado pelo Instituto Nacional de Estatística para o segundo trimestre do ano.

Na zona euro, a taxa de desemprego em Setembro foi de 9,7 por cento, uma décima acima do valor apurado para o mês anterior, e no conjunto dos 27 estados que compõem a União Europeia a taxa é de 9,2 por cento.

No espaço de um ano, em Portugal, a taxa de desemprego aumentou em 1,4 pontos percentuais, enquanto no espaço da moeda única o incremento é de 2,1 por cento e na União Europeia é de 2,0 por cento.

O Eurostat afirma que, na zona euro, havia em Setembro 15,324 milhões de desempregados, ou seja, mais 3,2 milhões de pessoas do que fora apurado para o mesmo mês do ano passado. Para o conjunto dos Vinte e Sete, o total de desempregados é de 22,123 milhões, quase cinco milhões mais do que no período homólogo.

A Holanda tem, na comunidade, a taxa mais baixa (3,6 por cento). Segue-se a Áustria (4,8 por cento). A Lituânia (19,7 por cento) e a Espanha (19,3 por cento) são os países onde o fenómeno é mais drástico.

Nos Estados Unidos, a taxa de desemprego é actualmente de 9,8 por cento, mas o próprio presidente Obama admite que rapidamente poderá chegar aos 10 por cento.

Notícia actualizada às 10h30
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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