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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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UE/Cimeira
Carvalho da Silva apela para que emprego seja a prioridade
28.10.2009 - 15h34
Por Lusa 
O secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, apelou hoje ao Governo para que o emprego seja a prioridade da Cimeira Europeia de Bruxelas onde o primeiro-ministro participa quinta e sexta-feira.

“Esperamos que nesta Cimeira a preocupações para o futuro não se fiquem pela área financeira, mas sobretudo pela valorização do social”, disse Carvalho da Silva aos jornalistas no final de uma audiência com José Sócrates de preparação para o encontro de lideres europeus.
Para Carvalho da Silva, “impõe-se uma revisão dos direitos estruturantes da Estratégia de Lisboa”, bem como “uma revisão do Pacto de Estabilidade e Crescimento”, acrescenta. “Não se pode prosseguir com a mesmas politicas”, alertou.
O secretário-geral da CGTP falou ainda da necessidade do emprego ser visto “fundamentalmente do ponto de vista qualitativo e quantitativo, com duas componentes: o valor dos salários e a formação”.
Outra das preocupações da central sindical prende-se com as opções de investimento que irão ser tomadas pelo Governo e o “lugar do emprego público” nestas opções.

Carvalho da Silva reiterou que o salário mínimo nacional terá que ser actualizado no próximo ano por “fortes razões sociais”, considerando que o aumento proposto pela CGTP, de 25 euros por mês, “80 cêntimos por dia”, é “muito modesto”, considera.
“É inacreditável, é uma afronta que se coloquem reservas aos salários mais baixos e continue tudo na mesma em relação aos prémios milionários que as empresas pagam aos seus gestores”, afirmou.
Carvalho da Silva acredita por isso que o acordo feito em concertação social de progressão do salário mínimo, para 500 euros, “vai ser cumprido”.
Os restantes parceiros sociais serão igualmente ouvidos no âmbito destas reuniões preparatórias da Cimeira Europeia.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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