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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

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Trabalhadores das auto-estradas pedem fim da lei
"Chips" nos automóveis "não acautelam postos de trabalho e privacidade"
24.10.2009 - 18h07
Por Lusa 
Os trabalhadores das auto-estradas aprovaram hoje uma moção que pede a revogação da lei que permite instalar "chips" nos automóveis, para preservar os postos de trabalho existentes e garantir o direito dos automobilistas à privacidade.

A moção foi aprovada por unanimidade no Encontro Nacional de Trabalhadores de Auto-Estradas, onde estiveram reunidos cerca de 200 funcionários de concessionárias de todo o país, e foi entregue no Ministério das Obras Públicas, juntamente com um caderno reivindicativo.

Em causa estão os decretos-lei 111, 112 e 113/2009 que, segundo o documento, "não acautelam a defesa dos postos de trabalho" dos trabalhadores das auto-estradas e não garantem a integridade e confidencialidade dos clientes da Via Verde.

Além disso, "o sistema de controlo das passagens que virá a ser administrado pelo SIEV (Sistema de Identificação Electrónica de Veículos) assenta num tipo de fiscalização, à base de videovigilância, que coloca em causa a privacidade dos utentes", acrescenta o documento.

A data para a instalação dos Dispositivos Electrónicos de Matrícula - vulgarmente conhecidos como "chips" e que servirão para a cobrança de portagens - está dependente da publicação de uma portaria, mas os sindicalistas contactados pela Lusa admitem que a regulamentação pode não chegar a ser concretizada devido às recentes alterações na composição da Assembleia da República.

"Estes decretos-lei só foram aprovados com os votos do PS", disse o dirigente do Sindicato dos Trabaladores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal (CESP), António Moreira. "Se os outros partidos mantiverem a palavra, estas leis não vão passar".

Esta legislação "põe em causa cerca de três mil postos de trabalho", adiantou Ivo Santos, funcionário da Brisa e secretário nacional do grupo de auto-estradas do CESP.

"A legislação não acautela os direitos dos trabalhadores e vai ao arrepio dos direitos da mobilidade. Com os 'chips' passa a haver um controlo efectivo de todos os sítios por onde um automóvel passa e todos os veículos terão a obrigatoriedade de usar este chip", criticou.

António Moreira não excluiu a hipótese de greve se os trabalhadores não virem atendidas as suas reivindicações.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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