G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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08-02-2010 8:36:00
G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Os ministros das Finanças estão na fila da frente e são (da esquerda para a direita) Naoto Kan, do Japão, Giulio Tremonti, da Itália, Christine Lagarde, da França, Jim Flaherty, do Canadá, Tim Geithner, dos EUA, Alistair Darling, do Reino Unido, e Wolfgang Schaeuble, da Alemanha. Os governadores dos bancos centrais estão atrás, de pé. O governador do BCE, Jean-Claude Trichet, é o terceiro a contar da direita. Também em pé, junto aos governadores, está o presidente do grupo dos minsitros das Finanças da zona euro, Jean-Claude Juncker, do Luxemburgo. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho. |
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Plano de contingência
TAP corta dez voos semanais para o Brasil e aumenta frequências para África
02.09.2009 - 17h53
Por Lusa
A TAP vai cortar voos em todas as rotas no Brasil à excepção de Belo Horizonte, passando de 67 para 57 voos semanais, e aumentar os voos para África, disse à Lusa fonte da empresa.
A redução do número de voos é uma das medidas do plano de contingência que a TAP vai lançar a 10 de Setembro e que tem como objectivo atenuar os efeitos da crise económica. Apesar de no Brasil a redução de voos ser de 15 por cento, a TAP prevê, no global, cortar dez por cento dos seus voos.
Além da redução do número de voos, que visa adequar "a oferta à prevista redução da procura", o plano de contingência prevê também "a realização das ligações de longo curso à tarde ou à noite e a diminuição drástica dos night stops (pernoita dos aparelhos e tripulações fora da base)", reiterou a mesma fonte da TAP.
O plano vai estar em vigor entre 10 de Setembro e 10 de Junho de 2010, sendo apenas suspenso no Natal, Ano Novo, Carnaval e Páscoa, períodos em que tradicionalmente há mais tráfego.
A TAP, que afirma não querer "riscar" nenhum dos actuais destinos, vai reduzir o número de frequências para todos os destinos do Brasil à excepção de um: Belo Horizonte.
Assim, o destino Rio de Janeiro perde três voos semanais (dois a partir de Lisboa e um do Porto), a rota para São Paulo perde dois (um de Lisboa e outro do Porto), enquanto Natal, Brasília, Fortaleza, Recife e Salvador perdem também um voo. No total, os 67 voos que se fazem actualmente para o Brasil passarão a 57 a partir de 10 de Setembro.
Sinal contrário tem o mercado africano. A partir de 25 de Outubro a companhia aérea vai aumentar de cinco para 12 as frequências para Casablanca, vai aumentar para três as frequências para Bissau e de quatro para cinco as frequências para a Cidade da Praia. A 26 de Novembro passa a fazer três voos semanais para Argel.
Das 42 frequências semanais para destinos africanos previstos para 10 de Setembro, a TAP passará a ter 54 a partir de 26 de Novembro.
À crise económica, que provocou a redução do número de passageiros transportados e a falência de várias companhias aéreas, veio juntar-se a gripe A (H1N1), e as duas principais organizações internacionais do sector - Associação das Companhias de Aviação Europeias (AEA) e a Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA) - estimam que a aviação comercial possa ser ainda mais penalizada.
Por isso, a TAP, que encerrou o primeiro semestre deste ano com um prejuízo de 72,4 milhões de euros e uma quebra de 6,2 por cento no número de passageiros transportados, considera este plano de contingência "fundamental para permitir a recuperação da companhia até ao fim do ano".
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
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Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010 |
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03.02.2010 |
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