• 21 de Novembro de 2009
  • 12º - 18º Lisboa
 
Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

18:00 - ERC vai pedir avaliação económica à OPA da Ongoing sobre a Media Capital
 
15:14 - BPN: PCP e BE querem explicações de Teixeira dos Santos no Parlamento
 
15:04 - Portugal com 55 toneladas de alimentos para distribuir entre os mais carenciados
 
11:47 - BPN: acusação a Oliveira e Costa está por concluir
 
09:47 - Cavaco Silva reconduz Oliveira Martins no Tribunal de Contas
 
08:59 - Tribunal de Contas 'chumba' concessão do Baixo Alentejo
 
08:43 - EDP Renováveis inicia construção do maior parque eólico dos Estados Unidos
 
08:42 - Lucro da Mota-Engil cresce 16,5 por cento até Setembro
 
08:40 - Assembleia de credores da Rohde discute eventual despedimento de 500 trabalhadores
 
08:39 - Escutas não gravam Vara a pedir 10 mil euros
 
08:38 - Acusação a Oliveira Costa estará pronta antes do prazo limite
 
08:37 - Sócrates defende manutenção de estímulos à economia
 
08:28 - Bolsa de Lisboa abre a subir 0,48 por cento
 
08:23 - Centros de emprego inscreveram mais 65 mil novos desempregados só em Outubro
 
08:20 - Venda do BPN só ficará fechada depois da Primavera
 
08:18 - "Se há coisa que o Estado não controla é a receita", afirma Teixeira dos Santos
 
08:04 - Cronologia de um orçamento difícil e cada vez mais desequilibrado
 
08:02 - Governo pede margem para défice que chegue aos nove por cento do PIB
 
 
3,64
É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Função pública
Sindicatos discordam de regime diferente para progressão na carreira dos dirigentes do Estado
05.08.2009 - 12h23
Por Lusa 
Miguel Manso (arquivo)
Bettencourt Picanço disse que esta medida já tinha sido criticada pelo STE
Os sindicatos discordaram hoje de um regime diferente para a progressão dos dirigentes do Estado na carreira, não dependente de avaliação, ao contrário do que acontece com a generalidade dos trabalhadores.

Apesar de constar no novo regime de vínculos, carreiras e de remunerações dos trabalhadores que exercem funções públicas já aprovado, o Governo confirmou na segunda-feira aos funcionários que as progressões na carreira dos dirigentes não estão dependentes da avaliação de desempenho correspondentes, segundo uma notícia avançada hoje pelo “Diário Económico”.

O esclarecimento surgiu no “site” da Direcção-Geral da Administração e do Emprego Público e implica, na prática, que por cada três anos seguidos em comissão de serviço, o dirigente tenha direito a subir automaticamente na escala remuneratória.

Em declarações à agência Lusa, Bettencourt Picanço, do Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), esclareceu que esta medida – que consta do OE para 2009 – foi “oportunamente” criticada pela sua estrutura, na medida em que introduz um “tratamento diferenciado” em relação aos trabalhadores.

“Prémios por portas travessas”

“Esta diferenciação não é adequada. Os dirigentes devem ser devidamente pagos, mas o sindicato não pode concordar com aquilo que são prémios por portas travessas”, acrescentou.

Para Bettencourt Picanço, o problema central é ainda “bem mais fundo” do que este, “quando se continua a verificar que o exercício de funções dos dirigentes se inicia com regimes precários de contratação, para depois se abrirem procedimentos concursais que ratificam uma escolha previamente feita”.

Nobre dos Santos, da Frente Sindical da Administração Pública (FESAP), por sua vez, disse que o problema das progressões automáticas para os dirigentes do Estado foi levantado durante as negociações uma vez que a estrutura considera “preocupante” a discriminação em relação aos restantes funcionários.

“Isto vai contra o princípio de equidade porque o sistema de progressões deve ser igual para os dirigentes, para os serviços e para os trabalhadores. Vamos voltar a colocar o problema na próxima reunião com o Governo”, afirmou à Lusa.

A coordenadora da Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública, Ana Avoila, lembrou que esta é uma questão “complicada” e sobre a qual a estrutura discordou durante as negociações com o Governo e lembrou ter sido uma matéria em que mais uma vez o Governo mostrou ter “dois pesos e duas medidas”.

“Não faz sentido nenhum, porque o que foi aprovado foi uma avaliação tripartida, aos dirigentes, trabalhadores e serviços, mas acabou por se fazer apenas a avaliação aos funcionários, e mal”, frisou.

Ana Avoila sublinhou que o que está em causa não é a promoção dos dirigentes, mas sim a política de “privilegiar de uma forma elitista” os funcionários da administração pública. “Estamos contra isto. Tem que se promover a aplicação da lei da mesma maneira para todos”, disse à Lusa.
Achou este artigo interessante? Sim
 
Digg Do Melhor   Comente Leia comentários Imprima Tops Estatísticas
 
 
comente este artigo
Critérios para publicação de comentários
 
Restam 1200 caracteres
 
   
 
   
 
Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados. Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.
 
Registe-se, faça o seu login e acompanhe a evolução da cotação dos títulos que fazem parte da sua carteira ao longo do dia.
 


"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

PUB
PUB
18.11.2009
 

Destaques do Wall Street Journal
Os líderes europeus escolheram o primeiro-ministro belga para presidente da União Europeia
 
Destaques do Financial Times
O Governo japonês confirma que a economia nipónica voltou à situação de deflação
 
Destaques do Jornal de Negócios
O Tribunal de Contas notificou a Estradas de Portugal da recusa de visto prévio ao contrato da concessão Baixo Alentejo
 
Destaques do Diário Económico
A Volkswagen quer semana de seis dias na Autoeuropa devido ao aumento das encomendas, mas os trabalhadores não estão de acordo com a medida
 
+ revista de imprensa
 
PUB