Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer
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16-11-2009 11:48:00
Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Na sua primeira intervenção pública em solo chinês, o presidente norte-americano garantiu que os EUA não querem limitar o crescimento do gigante asiático, respondendo às críticas de Pequim às políticas proteccionistas da Casa Branca. Fotografia: REUTERS/Stringer
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3,64
É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal |
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Crise internacional
FMI prevê crise de cartões de crédito na Europa
27.07.2009 - 10h43
Por Lusa
A subida do desemprego estará na origem de uma nova crise. A crise dos cartões de crédito, que provocou perdas de milhares de milhões de dólares nos Estados Unidos, está a estender-se à Europa. E o FMI prevê o aumento do crédito malparado dos consumidores.
Segundo um relatório do Fundo Monetário Internacional hoje citado pelo Financial Times, cerca de 14 por cento dos 1,9 mil milhões de dólares (1,3 mi milhões de euros) de dívidas dos consumidores norte-americanos não poderá ser recuperado pelos bancos credores.
Para a Europa, o FMI estima que os bancos não poderão também recuperar 7 por cento dos 2,4 mil milhões de dólares (1,6 mil milhões de euros) de dívidas dos consumidores, parte importante das quais corresponde ao Reino Unido, o país europeu com maior número de titulares de cartões de crédito.
A organização britânica National Debitline afirma ter recebido em Maio 41 mil chamadas de pessoas preocupadas com a impossibilidade de pagarem o que devem, ou seja, o dobro das 20 mil recebidas no mesmo mês do ano passado.
Nos Estados Unidos, o crédito malparado dos cartões de plástico aumentou drasticamente nos últimos meses devido ao desemprego e à mais severa desaceleração económica desde a Grande Depressão.
Alguns bancos, como o Citigroup, Banco da América, JPMorgan Chase e Wells Fargo, além do American Express, sofreram até agora perdas de milhares de milhões nas suas carteiras de cartões de crédito e sabem que irão aumentar.
No Reino Unido, os analistas esperam que o crédito malparado acompanhe a taxa de desemprego e o aumento das falências dos particulares, que totalizaram 29.774 no primeiro trimestre do ano.
O Barclays, que tem 11,7 milhões de clientes no serviço Barclaycard, anunciou em Maio que o crédito malparado aumentou no primeiro trimestre do ano, um fenómeno que também afectou o Lloyds Banking Group, reflectindo as condições económicas adversas e o aumento do desemprego.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
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Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009 |
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18.11.2009 |
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