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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Dados do IEFP
Número de desempregados cresceu 28 por cento em Junho
23.07.2009 - 16h10
Por Lusa 
Público
Construção civil foi o sector que mais contribuiu para aumento de desemprego
O número de desempregados inscritos nos centros de emprego subiu 28,1 por cento em Junho, face ao mesmo mês do ano passado, e aumentou 0,1 por cento face a Maio, segundo os dados ontem divulgados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

No final de Junho, encontravam-se inscritos nos Centros de Emprego do Continente e das Regiões Autónomas 489.820 desempregados, mais 107 mil indivíduos do que há um ano atrás.

Face a Maio, o aumento foi de 0,1 por cento, o que representa um acréscimo de 705 inscritos. Para o aumento do número de desempregados inscritos nos centros de emprego face a Junho de 2008 - uma tendência que se mantém desde Outubro de 2008 - contribuíram essencialmente as subidas do desemprego entre os homens (46 por cento), entre os jovens (32 por cento) e adultos (27 por cento).

A procura de um novo emprego, que justificou em Junho o registo de 93,3 por cento dos desempregados, aumentou 30 por cento face ao mês homólogo de 2008, enquanto a procura do primeiro emprego subiu 4,4 por cento.

De acordo com a análise dos técnicos do IEFP, todos os níveis de habilitação escolar apresentaram mais desempregados do que há um ano, mas os aumentos percentuais mais elevados verificaram-se nos 2º e 3º ciclos do ensino básico e secundário, com subidas de 35,8 por cento, 34,5 por cento e 35,2 por cento, respectivamente. No que respeita ao tempo de permanência dos desempregados nos ficheiros, 67,7 por cento estavam registados há menos de um ano e 32,3 por cento há um ano ou mais.

Comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, o aumento do desemprego foi mais acentuado nas situações de desemprego de curta duração, com uma subida de 45,1 por cento.

O aumento do desemprego fez-se sentir nos diferentes ramos de actividade económica, destacando-se, com os mais acentuados acréscimos percentuais, a subida de 74 por cento no sector da construção e de 66,2 por cento na indústria da madeira e da cortiça. Por outro lado, comparativamente ao mesmo mês do ano anterior, o mais acentuado aumento do desemprego verificou-se no grupo 'operários e trabalhadores similares da indústria extractiva e construção civil', com mais 90,5 por cento”, refere o IEFP.

O número de inscritos devido ao "fim de trabalho não permanente" - que de acordo com o IEFP é o principal motivo de inscrição de desempregados - subiu 28,9 por cento nos centros de emprego do Continente. Os que apresentaram como motivo "despedido" - com um peso relativo de 20,9 por cento - subiram por sua vez 28,9 por cento. A subir também, embora com um peso relativo menor, estão os despedimentos por mútuo acordo que subiu significativamente (76,2 por cento) no mês de Junho (face ao mesmo mês de 2008) para 1.704 pessoas.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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