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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

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Respeito pelas instituições é “um princípio sagrado da democracia”, diz PR
Cavaco junta-se à "indignação" manifestada por partidos sobre comportamento de Pinho
03.07.2009 - 13h20
Por Lusa 
Nuno Ferreira Santos (arquivo)
Para Cavaco, o que ontem se passou na AR “foi grave”
O Presidente da República juntou-se hoje à “indignação” manifestada pelos partidos relativamente ao comportamento do ex-ministro da Economia no debate do Estado da Nação, sublinhando que o respeito pelas instituições é “um princípio sagrado da democracia”.

“Eu pouco acrescentaria à indignação que foi manifestada na Assembleia da República por parte de todos os grupos parlamentares e por parte do presidente da Assembleia da República, o que de alguma forma reflecte a gravidade daquilo que aconteceu e que justificou depois um pedido de desculpa por parte do senhor primeiro-ministro”, afirmou o chefe de Estado.

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, que falava aos jornalistas em Pinheiro da Cruz, depois de assistir a um exercício da Marinha, sublinhou ainda que “o respeito pelas instituições é um princípio sagrado da democracia”, considerando que todos os agentes políticos devem fazer “um grande esforço para a qualidade da democracia”.

“A Assembleia da República é a casa da democracia, todos devemos um grande respeito em relação à Assembleia da República”, enfatizou.

Questionado se a demissão do ex-ministro da Economia Manuel Pinho poderá criar um clima de instabilidade na sociedade, já que Portugal atravessa um período de crise, o chefe de Estado disse pensar que tal não irá acontecer.

“Não penso que assim seja, na medida em que imediatamente foi tomada uma decisão em substituir o ministro da Economia pelo ministro das Finanças”, declarou.

Por outro lado, acrescentou, a capacidade do agora ministro das Finanças e da Economia, Teixeira dos Santos, é reconhecida por todos, sendo com certeza capaz de “tomar conta das duas casas”.

“Vejamos como é que correm estes tempos que vão conduzir a uma escolha por parte dos portugueses, primeiro a 27 de Setembro e depois a 11 de Outubro”, acrescentou, reconhecendo, contudo, que “não foi positivo” que o final da legislatura tivesse ficado marcado por um episódio como o de quinta-feira.

“Não foi positivo, como toda a gente reconhece, que o fim de uma legislatura tivesse ficado marcado por esse acontecimento que ontem [quinta-feira] foi muito destacado”, disse.

O Chefe de Estado escusou-se, contudo, a fazer qualquer comentário se o comportamento de Manuel Pinho no debate do Estado da Nação e a sua posterior saída do Governo terão algum “peso político” para o primeiro-ministro.

“Essa é uma matéria que cabe ao senhor primeiro-ministro fazer todos os juízos que considera adequados. Não devo entrar em matérias que tenham um cariz de natureza partidária”, referiu, depois de antes já ter lembrado que a composição do executivo é uma decisão de José Sócrates.

Cavaco Silva revelou, porém, ter falado ainda na quinta-feira com o primeiro-ministro.
“Tivemos uma conversa”, afirmou.

Na quinta-feira, durante o debate do Estado da Nação, no Parlamento, Manuel Pinho fez um gesto considerado insultuoso, encostando os dois dedos indicadores à cabeça, simulando chifres.

No final do debate, o primeiro-ministro, José Sócrates, anunciou que, na sequência desse incidente, Manuel Pinho tinha pedido a sua demissão e que esta fora aceite.

Notícia actualizada às 13h56
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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