• 21 de Novembro de 2009
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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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OCDE
Colapso nas exportações nacionais
25.06.2009 - 07h32
Por Sérgio Aníbal 
É a redução muito acentuada das importações e do desequilíbrio das contas externas portuguesas que garante que, em 2009, Portugal consiga, num cenário de forte quebra da procura interna e das exportações, registar uma taxa de crescimento menos negativa que a média dos seus parceiros europeus.

De acordo com as previsões ontem apresentadas pela OCDE, Portugal irá registar este ano uma quebra do investimento de 18,7 por cento (na zona euro, apenas a Irlanda fará pior), uma descida do consumo privado de 2,4 por cento (a média da zona euro será de 1,3 por cento) e um corte nas exportações de 21,5 por cento (mesmo assim, melhor que Espanha, Finlândia e Grécia).

Assim, a contracção do PIB de 4,5 por cento, menos que os 4,8 por cento da zona euro, é explicada pelo facto de as importações poderem também cair a uma taxa de 21,1 por cento, o que faz com que o contributo líquido da procura externa para a variação do PIB (exportações menos importações) acabe por ser positivo, limitando as perdas provocadas pela descida muito forte da procura interna.

No entanto, em 2010, o cenário volta a inverter-se. O investimento e o consumo recuperam, mas voltam a desencadear uma aceleração das importações, que não é acompanhada pelas exportações. O défice externo volta a agravar-se e o contributo para o PIB é negativo, impedindo que Portugal acompanhe o ritmo de retoma dos seus parceiros europeus. Aparentemente, a economia portuguesa continua presa à sua dependência do exterior para sustentar as necessidades de consumo e investimento.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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