• 21 de Novembro de 2009
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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

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Presidente obtém aprovação global de quase dois terços do eleitorado
Confiança no plano de Obama para a economia caiu em Junho para 52 por cento
23.06.2009 - 10h39
Por Paulo Miguel Madeira 
Jason Reed/Reuters (arquivo)
Aprovação global de Obama é superior à que obtém sectorialmente
A confiança em que o plano de estímulo económico do Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, conseguirá melhorar a economia recuou para uma curta maioria de 52 por cento em Junho, quando no final de Abril era de 59 por cento, segundo uma sondagem ABC News/The Washington Post divulgada hoje.

Obama (do Parido Democrata) também está a perder confiança entre os eleitores quanto a ser o mais capaz para lidar com a economia, apesar de ainda dispor de uma maioria de 55 por cento, face a 61 por cento agora (a sondagem está datada de dia 21). Ao mesmo tempo, os eleitores que acreditam que o Partido Republicano é mais capaz de resolver as questões económicas subiram de 24 por cento em Abril para 31 por cento agora.

No entanto, no que respeita ao desempenho global, o Presidente dos Estados Unidos obtém uma aprovação de 65 por cento dos norte-americanos, o que pode constituir um importante ponto de apoio para conseguir levar a bom porto as reformas que pretende realizar, como é o caso do sistema financeiro e da saúde.

A média das taxas de aprovação da actividade dos presidentes americanos ao fim de cinco meses de mandato, desde Eisenhower, é de 62 por cento. A de George W. Bush era de 55 port cento e a de Clinton de 43 por cento.

O valor global de 65 de aprovação que o Presidente americano obtém é no entanto superior às taxas de aprovação em todos os vários sectores em que a questão foi posta, onde variam entre os 45 na actuação face aos construtores automóveis (em situação de falência controlada) e os 61 por cento nos assuntos internacionais.

Os norte-americanos que pensam que o país está na direcção certa passaram agora ser minoritários (47 por cento, face a 50 por cento que pensam que está na direcção errada), quando no final de Abril eram ligeiramente maioritários.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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