• 21 de Novembro de 2009
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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Conferência internacional decorre segunda-feira no Porto
Parceria com a Carnegie Mellon pode ajudar a definir vantagens comparativas para Portugal
16.06.2009 - 17h49
Por Luísa Pinto 
A aplicação do programa ainda vai a meio, e é demasiado cedo para prever o que vai acontecer depois das eleições legislativas e com a possibilidade de a parceria entre o Governo português e a universidade norte-americana de Carnegie Mellon poder ser renovada ou não. Mesmo assim, João Barros, o coordenador português deste programa de parceria não tem dúvidas em falar já de sucesso.

Intitulada “Economy 3.0: Re-Boot and Re-Connect”, esta conferência pretende juntar no mesmo fórum o melhor do mundo académico e empresarial para discutir as soluções tecnológicas que deverão vingar no modelo económico que vier a sobreviver a actual crise. “A crise financeira faz-nos questionar o actual modelo económico, mas a certeza que existe é que as tecnologias de informação vão fazer parte integrante do que vier a seguir, e Portugal pode ter uma papel a desempenhar, se focar os seus esforços nas áreas em que tem vantagens comparativas”, explicou João Barros.



O trabalho ainda não está terminado – e a avaliação a meio do programa só vai ser feita em Setembro – mas João Barros já elencou algumas das áreas em que Portugal demonstra ter bons especialistas a trabalhar nas universidades e grupos económicos interessados em investir nelas, como são as redes de nova geração (Portugal poderá ser o primeiro país do mundo a ter cabos de fibra óptica ate casa), os sistemas ciberfísicos (como os equipamentos de telemetria que permitem aferir níveis de consumo de impacto ambiental), a área de interacção entre o computador e o homem (que já permitiu inclusive a criação de um novo organismo, na Universidade da madeira, o Instituto da Comunicação Interactiva, ou até na área do empreendedorismo e da engenharia de software, que tem tido em Portugal muitos casos de sucesso.



“A ideia é por investigadores nacionais e internacionais a investigar soluções e a resolver problemas, e aplica-las ao mundo empresarial e às suas necessidades. O retorno económico que este programa vai permitir às empresas só poderá ser medido muito à posterior”; afirmou João Barros.



A conferência que decorre na próxima segunda feira – a que se seguira uma summer academy para possibilitar às empresas e alunos nacionais o contacto com reputados investigadores internacionais que marcam presença na conferência – é apenas um dos eventos que está realizado com recurso às verbas disponibilizadas pela Fundação para a Ciência e Tecnologia.



A verba está também a ser usada para financiar bolsas de doutoramento (estão previstas oitenta) e vários mestrados profissionais, que estão a ser aproveitados pelos quadros das empresas para obterem formação avançada em áreas de tecnologia, ao mesmo tempo que obtém um grau de certificação dual.



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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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