G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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08-02-2010 8:36:00
G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Os ministros das Finanças estão na fila da frente e são (da esquerda para a direita) Naoto Kan, do Japão, Giulio Tremonti, da Itália, Christine Lagarde, da França, Jim Flaherty, do Canadá, Tim Geithner, dos EUA, Alistair Darling, do Reino Unido, e Wolfgang Schaeuble, da Alemanha. Os governadores dos bancos centrais estão atrás, de pé. O governador do BCE, Jean-Claude Trichet, é o terceiro a contar da direita. Também em pé, junto aos governadores, está o presidente do grupo dos minsitros das Finanças da zona euro, Jean-Claude Juncker, do Luxemburgo. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho. |
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Cenário de absorção ou fusão das instituições financeiras mais pequenas
Responsável do Deutsche Bank considera inevitáveis concentrações em Portugal
28.05.2009 - 17h50
Por Lusa
O administrador executivo do Deutsche Bank em Portugal considera inevitável a concentração no sector bancário em Portugal, com a absorção ou fusão das instituições financeiras mais pequenas.
Filipe Silva, que participou hoje na conferência do "Financial Times" em Lisboa, disse que essa concentração será uma das adaptações e mudanças no sector financeiro depois da actual crise, que levam a um modelo de negócio "mais tradicional" em que "é necessário ter escala".
O responsável do banco alemão questionou qual o número de bancos "necessários em Portugal para que o mercado e a economia funcionem", dizendo ser claro que são os bancos pequenos que mais sentem as dificuldades provocadas pela escassa liquidez no mercado e as alterações no modo como a actividade se vai fazer.
O administrador do BCP, Paulo Macedo, que participou também no evento, considera essa possível concentração "natural no que respeita aos mais pequenos".
Nas projecções de crescimento da actividade bancária em Portugal este ano, tema do debate, Paulo Macedo adiantou que será visível a redução da concessão de crédito "sobretudo a particulares e destinado ao sector imobiliário, e menos no crédito a empresas".
"Crescimentos do crédito de dois dígitos, como os que temos tido, não é sustentável, nem desejável", disse o administrador financeiro do Millennium bcp.
"Em 2009 será mais moderado, crescerá a um digito médio, ou seja a cinco ou seis por cento", prevê Paulo Macedo, referindo que a procura por pare dos particulares já "decresceu claramente".
As oportunidades estarão sobretudo nos mercados externos, e os maiores bancos portugueses já estão bastante internacionalizados, referiu.
Já o director da agência de notação financeira Fitch, Philip Smith, considera e salientou que os principais bancos portugueses "estão razoavelmente capitalizados", e podem concentrar-se no negócio e no crescimento da actividade.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
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Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010 |
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03.02.2010 |
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