G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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08-02-2010 8:36:00
G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Os ministros das Finanças estão na fila da frente e são (da esquerda para a direita) Naoto Kan, do Japão, Giulio Tremonti, da Itália, Christine Lagarde, da França, Jim Flaherty, do Canadá, Tim Geithner, dos EUA, Alistair Darling, do Reino Unido, e Wolfgang Schaeuble, da Alemanha. Os governadores dos bancos centrais estão atrás, de pé. O governador do BCE, Jean-Claude Trichet, é o terceiro a contar da direita. Também em pé, junto aos governadores, está o presidente do grupo dos minsitros das Finanças da zona euro, Jean-Claude Juncker, do Luxemburgo. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho. |
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Devido ao aumento do desemprego
Presidente do Banco Mundial alerta para perigo de crise social
24.05.2009 - 11h55
Por Ana Rita Faria
A recuperação da economia mundial será lenta e o aumento do desemprego poderá trazer a ameaça de uma crise social e o retomar do proteccionismo, disse hoje o presidente do Banco Mundial (BM), Robert Zoellic numa entrevista ao jornal espanhol El Pais.
“O que começou como uma grande crise financeira e se tornou uma grande crise económica está agora a transformar-se numa crise de desemprego e, se não tomarmos medidas, corremos o risco de ter uma grande crise social, com implicações políticas enormes”, sustentou.
De acordo com Zoellick, esta situação iria gerar “um terreno fértil para políticas populistas e proteccionistas”.
O presidente do BM explicou ainda que “os ministros das finanças dos países do G7 e G20 estão a mostrar um certo alívio pelo abrandamento da contracção”, mas “os economistas e empresários estão conscientes que a recuperação irá ser muito lenta e mais fraca do que o esperado”.
Para Zoellick, os perigos mantêm-se no sistema financeiro norte-americano e nas vulneráveis economias emergentes.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
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Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010 |
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03.02.2010 |
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