Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer
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16-11-2009 11:48:00
Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Na sua primeira intervenção pública em solo chinês, o presidente norte-americano garantiu que os EUA não querem limitar o crescimento do gigante asiático, respondendo às críticas de Pequim às políticas proteccionistas da Casa Branca. Fotografia: REUTERS/Stringer
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal |
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Novas críticas aos trabalhadores da Autoeuropa
"Estar empregado neste momento deve satisfazer toda a gente" , diz Belmiro de Azevedo
22.05.2009 - 16h20
Por Lusa
O empresário Belmiro de Azevedo afirmou hoje que "estar empregado deve satisfazer praticamente toda a gente neste momento" e garantiu que "não há emprego para quem quer estar a passar os fins-de-semana com os pés na água".
Na quinta-feira, o empresário havia já criticado os trabalhadores da Autoeuropa, considerando "estranho" que, "quando há tanta gente a querer qualquer emprego", não queiram trabalhar ao sábado.
Falando à margem da cerimónia em que foi agraciado com o grau de doutor Honoris Causa pela Universidade do Porto, Belmiro de Azevedo admitiu hoje que os trabalhadores não têm que "aceitar tudo", mas salientou que "também não podem manter reivindicações quando não há nada para reivindicar e ninguém para pagar".
"Se fechar a empresa o que é que vão fazer? Deve haver uma mudança no relacionamento entre sindicatos e empregadores. Há emprego onde for possível estar empregado, não há emprego para quem quer estar a passar os fins-de-semana com os pés na água", disse.
Segundo o "patrão" da Sonae, "nos países que têm uma relação com os trabalhadores muito mais transparente, agressiva e pró-desenvolvimento, as pessoas mexem-se mais depressa e a economia começa a trabalhar mais depressa".
"Nos países como Portugal e os nórdicos, onde as pessoas têm um discurso muito concentrado nos direitos adquiridos, qualquer dia estão agarradas a um caco muito pequenino no meio do mar e vão ao fundo com o caco", alertou.
Para Belmiro, "o direito ao emprego deve existir, mas é preciso ser empregado e é preciso que o empregador exista também. Se o empregador desaparece o barco vai ao fundo".
No que diz respeito à Sonae, o empresário diz que não tem "praticamente" havido despedimentos porque o grupo "cresceu muito", mas admitiu que, "se acabar o crescimento ou reduzir a procura, o emprego tem que estar ajustado à actividade económica".
"Mas em Portugal ainda estamos a conseguir, mesmo quando há uma pequena empresa que deixa de ser competitiva, recolocar essas pessoas noutras áreas da Sonae ou até em nossos clientes", acrescentou.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
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Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009 |
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18.11.2009 |
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