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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Volume de negócios vai aumentar dez por cento
CIN consolida internacionalização com compra de grupo francês
19.05.2009 - 11h33
Por Luísa Pinto 
O grupo CIN vai ver a sua capacidade de produção chegar às cem mil toneladas por ano e o volume de negócios aumentar em cerca de dez por cento, concretizada a compra do grupo francês Celliose.

Trata-se de um produtor independente de tintas e vernizes destinados à indústria, com duas fábricas localizadas em França e uma filial na China. O valor do negócio não foi divulgado.

Em comunicado, a CIN explica que o interesse na empresa francesa se explica pelo "know-how" tecnológico relevante que esta detém no fabrico de tintas e vernizes destinados a produtos específicos como frascos de perfume, esquis, capacetes de bombeiros, discos ópticos, telemóveis, madeira com protecção anti-violeta. “A tecnologia UV é uma das apostas estratégicas da Celliose, tendo uma forte sinergia entre as suas principais áreas de negócio (metais, madeiras e plásticos)”, refere a empresa no comunicado.

Com esta aquisição, o volume de negócios do Grupo CIN aumenta em cerca de dez por cento, com um reforço de 22 milhões de euros, e vê o seu EBITDA consolidado receber um contributo de dois milhões de euros, já que foi este o resultado conseguido pelo grupo Celliose no exercício findo em 31 de Março de 2008. A CIN atingiu em 2008 um volume de negócios de 217 milhões de euros.

Para João Serrenho, presidente da companhia, esta aquisição “permitirá ao Grupo CIN reforçar o seu portfólio de produtos e clientes nacionais e estrangeiros, facultando-lhe um lugar de maior destaque no ranking europeu”. Actualmente, a CIN ocupa o 45º lugar do ranking mundial de produtores de tintas e vernizes.

A Celliose ultrapassou as sete mil toneladas no último ano, e tem uma capacidade produtiva instalada de dez mil toneladas, com duas fábricas e 120 trabalhadores em França, e uma filial e 70 funcionários na China.

João Serrenho adianta ainda que “esta compra enquadra-se no programa de expansão e internacionalização do grupo, sendo uma forte aquisição na área de indústria”.

A CIN tem unidades fabris em Portugal e em Espanha, em Angola e em Moçambique.



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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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