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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Relatório da IDC sobre comércio de portáteis
JP Sá Couto cresceu mais de 3000 por cento com vendas do Magalhães
13.05.2009 - 19h15
Por Inês Sequeira 
As vendas do computador Magalhães, patrocinadas pelo programa e-escolinhas, deram metade do mercado português de portáteis ao fabricante JP Sá Couto, que cresceu 3311,4 por cento no número de unidades vendidas durante o primeiro trimestre deste ano, face aos primeiros três meses de 2008.

Neste primeiro trimestre, a empresa vendeu 212 mil computadores portáteis contra apenas seis mil unidades.

Esta é uma das conclusões de um relatório da IDC, uma multinacional especialista na análise de mercados, relativo às vendas de computadores na região da Europa, África e Médio Oriente durante o primeiro trimestre deste ano.

A empresa portuense JP Sá Couto, de acordo com o documento cujas principais conclusões são hoje divulgadas em comunicado, tornou-se no primeiro trimestre dona de 47,3 por cento do mercado de vendas de computadores portáteis em Portugal, em número de unidades vendidas.

Em conjunto, o mercado de portáteis cresceu 89,7 por cento em Portugal no primeiro trimestre, com a venda de 447 mil unidades quando se atravessa uma época de crise económica e de retracção do consumo.

Já o mercado de vendas de computadores pessoais, incluindo portáteis e "desktops", cresceu globalmente 71,4 por cento, para 537 mil unidades comercializadas, quando o aumento no conjunto da Europa Ocidental foi de apenas 0,2 por cento.

"Este desempenho positivo do mercado nacional de PCs está directamente associado ao Plano Tecnológico de Educação e com os programas e-escolas e e-escolinhas, que contribuíram decisivamente para que o mercado nacional de PCs não tenha registado uma ligeira quebra no primeiro trimestre de 2009", refere Gabriel Coimbra, director de pesquisa e consultoria na IDC Portugal.

Nas contas da empresa, o mercado português de portáteis teria crescido menos de dez por cento neste trimestre.

A segunda maior taxa de crescimento nas vendas de portáteis diz respeito à Inforlândia, que aumentou em 501 por cento o número de unidades vendidas, para 41 mil unidades, face às 7 mil no primeiro trimestre de 2008. Em causa está o programa e-escolas.

Actualizada às 20h12




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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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