G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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08-02-2010 8:36:00
G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Os ministros das Finanças estão na fila da frente e são (da esquerda para a direita) Naoto Kan, do Japão, Giulio Tremonti, da Itália, Christine Lagarde, da França, Jim Flaherty, do Canadá, Tim Geithner, dos EUA, Alistair Darling, do Reino Unido, e Wolfgang Schaeuble, da Alemanha. Os governadores dos bancos centrais estão atrás, de pé. O governador do BCE, Jean-Claude Trichet, é o terceiro a contar da direita. Também em pé, junto aos governadores, está o presidente do grupo dos minsitros das Finanças da zona euro, Jean-Claude Juncker, do Luxemburgo. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho. |
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Relatório da IDC sobre comércio de portáteis
JP Sá Couto cresceu mais de 3000 por cento com vendas do Magalhães
13.05.2009 - 19h15
Por Inês Sequeira
As vendas do computador Magalhães, patrocinadas pelo programa e-escolinhas, deram metade do mercado português de portáteis ao fabricante JP Sá Couto, que cresceu 3311,4 por cento no número de unidades vendidas durante o primeiro trimestre deste ano, face aos primeiros três meses de 2008.
Neste primeiro trimestre, a empresa vendeu 212 mil computadores portáteis contra apenas seis mil unidades.
Esta é uma das conclusões de um relatório da IDC, uma multinacional especialista na análise de mercados, relativo às vendas de computadores na região da Europa, África e Médio Oriente durante o primeiro trimestre deste ano.
A empresa portuense JP Sá Couto, de acordo com o documento cujas principais conclusões são hoje divulgadas em comunicado, tornou-se no primeiro trimestre dona de 47,3 por cento do mercado de vendas de computadores portáteis em Portugal, em número de unidades vendidas.
Em conjunto, o mercado de portáteis cresceu 89,7 por cento em Portugal no primeiro trimestre, com a venda de 447 mil unidades quando se atravessa uma época de crise económica e de retracção do consumo.
Já o mercado de vendas de computadores pessoais, incluindo portáteis e "desktops", cresceu globalmente 71,4 por cento, para 537 mil unidades comercializadas, quando o aumento no conjunto da Europa Ocidental foi de apenas 0,2 por cento.
"Este desempenho positivo do mercado nacional de PCs está directamente associado ao Plano Tecnológico de Educação e com os programas e-escolas e e-escolinhas, que contribuíram decisivamente para que o mercado nacional de PCs não tenha registado uma ligeira quebra no primeiro trimestre de 2009", refere Gabriel Coimbra, director de pesquisa e consultoria na IDC Portugal.
Nas contas da empresa, o mercado português de portáteis teria crescido menos de dez por cento neste trimestre.
A segunda maior taxa de crescimento nas vendas de portáteis diz respeito à Inforlândia, que aumentou em 501 por cento o número de unidades vendidas, para 41 mil unidades, face às 7 mil no primeiro trimestre de 2008. Em causa está o programa e-escolas.
Actualizada às 20h12
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
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Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010 |
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03.02.2010 |
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