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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

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Mercados
PSI 20 perde 0,29 por cento, farmacêuticas travam queda das bolsas internacionais
27.04.2009 - 17h36
Por PÚBLICO 
O PSI 20, principal índice da bolsa portuguesa, perdeu hoje 0,29 por cento, para 6.617,38 pontos, num dia em que as subidas do sector farmacêutico impediram que as bolsas europeias fechassem em terreno negativo, pressionadas pelas transportadoras aéreas e títulos do sector turístico.

Num início de semana marcado pelos receios de uma eventual pandemia de gripe suína, os mercados europeus estiveram a negociar em forte queda ao longo de quase toda a sessão. Transportadoras aéreas, operadores turísticos, cadeias hoteleiras e petrolíferas; todas sucumbiram perante as expectativas que o medo de contágio refreie as viagens turísticas e penalize sectores já debilitados pela recessão económica global.

Mas as subidas do sector farmacêutico impediram que a maioria dos principais índices fechasse em terreno negativo. A expectativa de crescimento das encomendas de vacinas anti-vírus fez disparar as acções de empresas como a Roche e a Glaxo, que produzem dois medicamentos que se dizem ser úteis para o combate ao H1N1, o Tamiflu e o Relenza, respectivamente.

Em Londres, o Footsie valorizou 0,27 por cento, impulsionado pela Glaxo (mais 5,57 por cento) e AstraZeneca (mais 3,72 por cento), que compensaram a descida de 7,75 por cento da British Airways e de 4,24 por cento da Intercontinental Hotels.

O Cac 40, de Paris, fechou na “linha de água”, a descer 0,01 por cento, com a Air France a recuar 6,56 por cento e a cadeia de hotéis Accor a recuar 3,72 por cento. A farmacêutica Sanofi subiu 2,43 por cento.

Em Madrid, a queda de 6,58 por cento da Ibéria empurrou o Ibex 35 para uma descida de 1,25 por cento, enquanto em Frankfurt o Dax subiu 0,42 por cento, apesar da queda de 9,25 por cento da Lufthansa. A farmacêutica Merck subiu 2,08 por cento.

Nos Estados Unidos, os títulos das farmacêuticas também ajudaram os índices a inverter a tendência negativa, depois de quedas superiores a 1 por cento na abertura. O Nasdaq estava, pouco mais de duas horas após o início da sessão, a subir 0,60 por cento, com a Vertex Pharma a ganhar 6,38 por cento, enquanto o Dow Jones subia 0,09 por cento, com a Pfizer a valorizar 2,28 por cento. Do lado das descidas destacava-se a transportadora Ryanair, que perdia 6,89 por cento.

Em Lisboa, as maiores descidas da sessão foram as da Semapa (menos 1,10 por cento), Brisa (menos 0,97 por cento) e Mota-Engil (menos 0,80 por cento). As subidas de 0,88 por cento da PT e de 0,80 por cento da Galp impediram uma maior desvalorização do índice de referência.







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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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