• 09 de Fevereiro de 2010
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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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15:53 - Portugal vai emitir obrigações de dívida pública a dez anos
 
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15:37 - TAP "não prevê aposta em novos destinos"
 
15:00 - Administração da Privado Holding contesta novo fundo e apresenta proposta esta semana
 
14:57 - Santader Totta mantém lucros anuais de 523,3 milhões de euros
 
13:23 - Decisões da ERSE vão ter impacto no mercado de gás natural a partir de Julho
 
12:51 - Agências de "rating" tiveram "erros importantes", diz presidente do Santander Totta
 
12:41 - "Spreads" em Portugal vão ter que aumentar se condições de crédito se mantiverem
 
12:37 - Espanha propõe “estratégia comum” para os carros eléctricos
 
12:31 - Israel propõe à TAP voos para Portugal e garante ocupação mínima para rentabilizar ligação
 
12:27 - Custos com construção nova sobem 0,4% em Dezembro
 
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11:13 - Trichet defende que se devem manter expectativas de inflação "bem ancoradas"
 
11:03 - Tribunal Constitucional decide que prestações sociais na Alemanha são insuficientes
 
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09:15 - Bancos já estão a passar custo da crise para os seus clientes
 
 
60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Accionista Vera Jardim contribuiu para desfecho do negócio
Visabeira ganha corrida para compra da Bordalo Pinheiro
19.02.2009 - 09h28
Por Carlos Cipriano 
Ricardo Jorge Carvalho (arquivo)
A Bordalo Pinheiro já não tem encomendas desde Dezembro do ano passado
A Visabeira deverá comprar as Faianças Artísticas Bordalo Pinheiro, das Caldas da Rainha, salvando assim de um encerramento quase certo aquela empresa que está sem encomendas desde Dezembro.

O negócio deverá ser anunciado nos próximos dias depois do empenhamento pessoal de Vera Jardim, que é sócio da Bordalo Pinheiro, embora apenas com uma quota de 1,7 por cento. O ex-ministro herdou este activo do seu pai e do seu avô, que foi um dos caldenses que, no início do séc. XX, após a morte de Rafael Bordalo Pinheiro, ajudaram a salvar a empresa da falência. Nos cem anos seguintes o capital social foi-se diluindo entre várias famílias, embora haja hoje um sócio maioritário - Jorge Serrano - que possui 35 por cento do capital e é o administrador da empresa.

Este último não venderá, contudo, a totalidade da sua quota, situação que se estende à maioria dos restantes sócios. Os 172 trabalhadores da empresa têm neste momento os salários em dia, em parte graças ao recebimento de 200 mil euros da Câmara das Caldas, que em Junho do ano passado adquiriu uma parte do seu património.

A divulgação da situação difícil da Bordalo Pinheiro provocou entretanto um pico de vendas na sua loja das Caldas, cuja facturação passou de uma média de dez mil euros por mês para 90 mil. Jorge Serrano diz que tal não é suficiente para manter todos os postos de trabalho porque, antes, quando a empresa exportava praticamente toda a sua produção, a facturação rondava os 400 mil euros mensais.

Depois da intervenção do Governo e da disponibilidade manifestada pelo ministro da Economia, Manuel Pinho, em desenhar um plano de viabilização da empresa, começaram a surgir muitos interessados. A primeira, e a única a assumir publicamente o interesse em adquirir a fábrica, foi a ex-dirigente do CDS Maria José Nogueira Pinto. Com ligações às Caldas da Rainha, onde já liderou uma candidatura à Assembleia Municipal, Nogueira Pinto iniciou negociações para a aquisição da emblemática fábrica há cerca de um ano e meio, muito antes de ser conhecida a problemática situação financeira da empresa. Contactada pelo PÚBLICO, não quis comentar.

O grupo Visabeira também deverá ter sucesso na OPA lançada sobre a Vista Alegre Atlantis - já terá garantido mais de 63 por cento do capital. A banca (CGD, BCP e BES, detentores de 60%) e o administrador da empresa deverão vender a sua parte. A Visabeira anunciou ainda a compra directa de acções da VAA correspondentes a 2,24 por cento.

com L.P. e R.A.C.

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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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03.02.2010
 

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