Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer
|
16-11-2009 11:48:00
Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Na sua primeira intervenção pública em solo chinês, o presidente norte-americano garantiu que os EUA não querem limitar o crescimento do gigante asiático, respondendo às críticas de Pequim às políticas proteccionistas da Casa Branca. Fotografia: REUTERS/Stringer
|
 |
3,64
É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal |
| |
 |
|
Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
|
 |
| |
|
|
|
Empresas
AEP alerta para a necessidade de apoios ao crédito chegarem às empresas
17.12.2008 - 15h59
Por Lusa
A Associação Empresarial de Portugal (AEP) alertou hoje para a necessidade dos apoios ao crédito chegarem às empresas, afirmando que os seus associados estão a sentir "dificuldades no acesso ao crédito que lhes foi prometido".
"A AEP vem publicamente reiterar a sua preocupação pelo facto de os apoios ao crédito lançados pelo Governo para promoção da actividade económica não estarem, efectivamente, a chegar às empresas", afirma, em comunicado, a associação presidida por José António Barros.
De acordo com a AEP, a linha de crédito PME Invest II apresenta "um grau de execução abaixo do que estava inicialmente previsto, registando-se um diferencial apreciável entre as operações efectivamente aprovadas pelo Sistema de Garantia Mútua e validadas pelo Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN) e os montantes que, na prática, foram contratados pelos bancos".
A associação informa que fez chegar ao Governo a sua "grande preocupação" com esta situação, alertando também para o facto das taxas de juro que estão a ser praticadas "nos poucos casos em que tem havido concessão de créditos novos", afirmando que "não reflectem as reduções da taxa directora e a evolução em queda da Euribor".
Na segunda-feira, o primeiro-ministro e o ministro das Finanças já tinham feito um apelo à banca para que esta emprestasse mais dinheiro às empresas, de forma a reabilitar a economia portuguesa, numa altura em que se multiplicam as queixas de que, apesar das linhas de crédito abertas, o financiamento continua a não chegar às empresas.
"Temos de exigir aos bancos, com base nas garantias", que emprestem dinheiro às empresas, acrescentou hoje Teixeira dos Santos, notando que é preciso "recordar-lhes que obtiveram garantias para concederem crédito".
No mesmo comunicado, a AEP alerta para a dificuldade na obtenção de seguros de crédito, nomeadamente à exportação, referindo que apresentou ao Governo propostas acordadas com os maiores operadores do mercado e que "reúnem condições para entrar rapidamente em funcionamento".
A associação afirma que "continuará particularmente atenta a esta questão, esperando que os bancos e as seguradoras de crédito entendam o alcance do problema de sustentabilidade nacional que o País enfrenta", acrescentando que "apoiará todas as diligências que visem restabelecer o correcto funcionamento do sistema financeiro nesta matéria".
|
|
|
| |
|
|
| |
|
| |
| |
| Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados. Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez. |
|
|
 |
|
Registe-se, faça o seu login e acompanhe a evolução da cotação dos títulos que fazem parte da sua carteira ao longo do dia.
|
 |
"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
|
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009 |
|
| |
 |
18.11.2009 |
|
|
| |
|