• 21 de Novembro de 2009
  • 12º - 18º Lisboa
 
Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
3,64
É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Crise
PME Portugal não entende meros "recados" do Governo à banca quando está em causa "matéria do foro criminal"
17.12.2008 - 13h48
Por Lusa 
A Associação das Pequenas e Médias Empresas de Portugal (PME Portugal) lamentou hoje que o Governo se limite a dar "recados" à banca ameaçando retirar-lhe as garantias quando o que está em causa é "matéria do foro criminal".

Comentando declarações do ministro das Finanças de que o Estado poderia vir a retirar as garantias dadas à banca caso esta não faça chegar o crédito às empresas, o presidente da associação afirmou que o dinheiro que deveria estar a financiar a economia "está a ser usado para limpar balanços da banca".

"As garantias públicas estão a ser usadas para limpar o crédito concedido, tal como já há muito tempo o capital de risco está a ser usado para transformar dívida em capital", sustentou Joaquim Cunha, garantindo receber denúncias diárias de empresas relatando impossibilidade de aceder a crédito.

Já no que respeita às linhas de crédito lançadas para apoio às empresas, o dirigente associativo garante que, "mal abriu a primeira, duas entidades bancárias que tinham informação privilegiada encheram o sistema de propostas de crédito que já estavam feitas, violando todas as regras de equidade no acesso aos fundos".

Afirmando-se "espantado por ainda serem precisos apelos e recados" quando "se está a dar à banca o que não se dá a nenhum sector de actividade", Joaquim Cunha considerou que, "se fosse um contribuinte ou uma empresa normal, o Estado já estaria a executá-los, para não dizer a detê-los para prestarem declarações".

"O Governo não tem de apelar. Se as coisas não estão a funcionar tem que agir em conformidade e denunciar os contratos", sustenta, defendendo que "alguma coisa tem de ser feita até final do ano".

Para o responsável, "ou o Governo e as autoridades de supervisão e investigação actuam, ou então presume-se que há portugueses de primeira e de segunda e concluiu-se que não se pode levar a sério qualquer plano do Governo, o que é muito grave numa situação de já muito baixas expectativas".
Achou este artigo interessante? Sim
 
Digg Do Melhor   Comente Leia comentários Imprima Tops Estatísticas
 
 
comente este artigo
Critérios para publicação de comentários
 
Restam 1200 caracteres
 
   
 
   
 
Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados. Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.
 
Registe-se, faça o seu login e acompanhe a evolução da cotação dos títulos que fazem parte da sua carteira ao longo do dia.
 


"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

PUB
PUB
18.11.2009
 

+ revista de imprensa
 
PUB