• 10 de Fevereiro de 2010
  • 11º - 16º Lisboa
  • Google transforma Gmail para competir com Facebook e Twitter
  • "Um suicídio no trabalho é uma mensagem brutal"
  • João queria morrer sozinho, mas acabou por matar a filha
 
G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

22:24 - Galp Energia assina contrato de exploração e produção no Uruguai
 
20:56 - ERC confirma que Ongoing tem de sair da Impresa para comprar TVI
 
20:36 - Votorantim e CGD admitem descer fasquia na Cimpor
 
18:43 - Federação da Construção: Proposta de Orçamento de Estado é uma sucessão de más notícias
 
18:24 - CSN quer impugnar efeitos no Brasil da entrada da Votorantim na Cimpor
 
18:10 - Frente Comum marca greve da função pública para 4 de Março
 
17:03 - PSI-20 encerra a subir 0,83% e lidera ganhos na Europa pela segunda sessão consecutiva
 
16:39 - PT adia apresentação das contas para Março
 
15:53 - Portugal vai emitir obrigações de dívida pública a dez anos
 
15:49 - Wall Street abriu a subir
 
15:37 - TAP "não prevê aposta em novos destinos"
 
15:00 - Administração da Privado Holding contesta novo fundo e apresenta proposta esta semana
 
14:57 - Santader Totta mantém lucros anuais de 523,3 milhões de euros
 
13:23 - Decisões da ERSE vão ter impacto no mercado de gás natural a partir de Julho
 
12:51 - Agências de "rating" tiveram "erros importantes", diz presidente do Santander Totta
 
12:41 - "Spreads" em Portugal vão ter que aumentar se condições de crédito se mantiverem
 
12:37 - Espanha propõe “estratégia comum” para os carros eléctricos
 
12:31 - Israel propõe à TAP voos para Portugal e garante ocupação mínima para rentabilizar ligação
 
12:27 - Custos com construção nova sobem 0,4% em Dezembro
 
11:57 - Grécia quer alargar idade média de reforma para os 63 anos
 
11:33 - Opel suprime 8300 postos de trabalho na Europa
 
11:13 - Trichet defende que se devem manter expectativas de inflação "bem ancoradas"
 
11:03 - Tribunal Constitucional decide que prestações sociais na Alemanha são insuficientes
 
10:18 - Primeiro-ministro grego apela aos funcionários públicos para "darem o exemplo"
 
10:08 - Blockbuster Portugal inicia processo de insolvência
 
10:04 - Tóquio fechou em queda
 
10:01 - Bolsa de Lisboa abre em alta de 0,10%
 
09:45 - Carro eléctrico é "crítico" para o sucesso das renováveis
 
09:22 - Tecnologia portuguesa em dois aeroportos do Mundial 2010
 
09:19 - Rohde só é viável com marca própria e com 150 dos actuais 984 trabalhadores
 
09:15 - Bancos já estão a passar custo da crise para os seus clientes
 
 
60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Acordo com o Governo conseguido em menos de duas semanas
Estado paga 80 por cento dos salários e proíbe despedimentos até 2010
04.12.2008 - 08h21
Por Lurdes Ferreira 
Daniel Rocha (arquivo)
O plano destina-se a empresas com excesso de capacidade laboral
No primeiro semestre de 2009, e também muito provavelmente no segundo, o Estado garantirá o pagamento, em média, de 80 por cento do salário de 10 mil trabalhadores da indústria automóvel, através de cursos de formação financiados por fundos públicos nacionais e comunitários.

Este é um dos principais pontos do plano de 900 milhões de euros de apoio ao sector automóvel, assinado ontem entre o Governo e o sector e que institui, entre outros, um programa de 70 milhões de euros para qualificação de 10 mil trabalhadores desta indústria, entre construtores e fornecedores de componentes. O documento orienta-se fundamentalmente para o objectivo de evitar o desemprego qualificado em Portugal e impede as empresas beneficiárias destes apoios de realizarem despedimentos colectivos paralelos em 2009 e 2010.

O Ministério do Trabalho, contactado pelo PÚBLICO, não confirma o montante da repartição do esforço adiantado pelas empresas, embora afirme que "será garantida a totalidade da remuneração líquida dos trabalhadores, a qual será comparticipada pelo Estado e pelas empresas". Garante, no entanto, que a situação excepcional "impossibilita as empresas de realizarem despedimentos colectivos em 2009 e 2010, dependendo da duração do período em que beneficiam do apoio". Obriga-as, ao mesmo tempo, assim como aos trabalhadores, a manterem "a obrigação de realizar descontos para a Segurança Social".

O acordo entre indústria e Governo, obtido em duas semanas, estabelece condições inéditas para um sector que enfrenta quebras de 20 a 40 por cento das suas encomendas e vai trabalhar em Dezembro apenas 25 por cento de um "Dezembro normal", segundo estimativas empresariais, em resultado de uma profunda crise internacional.

Trata-se da primeira grande iniciativa política a usar os novos mecanismos previstos no Código do Trabalho, recentemente aprovados, e que entram em vigor em 1 de Janeiro próximo, sendo também fruto das medidas iniciadas há alguns anos na Autoeuropa: flexibilização do tempo de trabalho, através da criação de bancos de horas e horários concentrados.

A impossibilidade de despedimentos é uma das cinco obrigações contratuais das empresas do sector que recorrerem a estes apoios. As outras quatro: os salários dos administradores não podem ser aumentados até ao final de 2009, não haverá distribuição de lucros, o nível de emprego definido com o Governo terá de ser mantido, e as estruturas representativas dos trabalhadores terão de ser consultadas e informadas.

Serão elegíveis para este programa as empresas que comprovarem o "potencial excesso de capacidade laboral", demonstrarem "que o mesmo decorre de factores conjunturais", que têm as obrigações ao fisco e à Segurança Social em dia e que têm saúde financeira e viabilidade económica.

Ontem, o ministro da Economia, Manuel Pinho, anunciou que este programa para ajudar as empresas a ultrapassarem um 2009 que se teme muito adverso é válido para o primeiro semestre e poderá ser renovado por mais seis meses. A decisão, segundo o gabinete do ministro do Trabalho, Vieira da Silva, "dependerá da conjuntura económica, bem como da avaliação dos resultados do plano".

O Governo não diz quanto representam estes 10 mil trabalhadores no conjunto do emprego qualificado em Portugal, mas garante que o esforço directo do Orçamento do Estado ronda os 100 milhões de euros, dado o co-financiamento europeu, parte do qual já afecto a projectos aprovados mas ainda não pagos, e a alavancagem dos produtos financeiros anunciados.

O plano para ajudar a indústria que emprega 50 mil trabalhadores e garante 15 por cento das exportações em Portugal prevê medidas de curto prazo, como o lançamento de uma linha de crédito específica de 200 milhões de euros, e de médio prazo, como os apoios a investimentos que as ajudem a prepararem-se para o novo ciclo que nascerá depois da crise e que exigirá maior intensidade tecnológica, mais eficiência e especialização em tecnologias de emissões reduzidas.

Achou este artigo interessante? Sim
 
Digg Do Melhor   Comente Leia comentários Imprima Tops Estatísticas
 
 
comente este artigo
Critérios para publicação de comentários
 
Restam 1200 caracteres
 
   
 
   
 
Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados. Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.
 
Registe-se, faça o seu login e acompanhe a evolução da cotação dos títulos que fazem parte da sua carteira ao longo do dia.
 


"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

PUB
PUB
03.02.2010
 

Destaques do "The Wall Street Journal"
A sessão de ontem das bolsas europeias foi turbulenta, reflectindo preocupações contínuas sobre a saúde económica e fiscal dos países na periferia da Europa
 
Destaques do "Financial Times"
Investidores fazem aposta de oito mil milhões de euros contra o euro, devido a receios de uma crise de dívida na área da moeda única
 
Destaques do "Jornal de Negócios"
Bancos já estão a subir taxas de juro no crédito
 
Destaques do "Diário Económico"
Banqueiros alertam para nova subida dos spreads do crédito para a casa, prevendo-se subida do custo dos novos empréstimos em Fevereiro
 
+ revista de imprensa
 
PUB