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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Reacção ao período de estagnação da economia no terceiro trimestre
Teixeira dos Santos: "Não é fácil fazer previsões neste momento"
14.11.2008 - 16h59
Por Lusa, PÚBLICO 
Nuno Ferreira Santos (arquivo)
Teixeira dos Santos admite que o crescimento será mais fraco do que antecipou
O ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, admitiu hoje que, neste momento, é díficil fazer previsões sobre o crescimento da economia, dada a elevada incerteza.

"Não é fácil fazer previsões neste momento", disse Teixeira dos Santos aos jornalistas, quando confrontado com os dados hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) e com as dificuldade em cumprir a meta do Governo para o crescimento da economia no final deste ano, que é de 0,8 por cento do Produto Interno Bruto. "A incerteza não facilita a tarefa das previsões", acrescentou.

Horas antes, o primeiro-ministro tinha afirmado que a economia portuguesa estava a conseguir resistir melhor do que os congéneres europeus e que, pelo menos, não tinha entrado em recessão técnica como aconteceu com algumas economias europeias.

“A nossa economia resiste e continuará a resistir”, afirmou o primeiro-ministro, em reacção aos dados divulgados hoje pelo INE e pelo Eurostat.

José Sócrates sublinha que “Portugal não se encontra na lista de países em recessão”, enfrentando “um abrandamento, mas que não corresponde a uma recessão”.

O INE anunciou hoje que a economia portuguesa estagnou no terceiro trimestre, face aos três meses anteriores, e que cresceu 0,7 por cento face a igual período do ano anterior.

Por seu turno, o ministro das Finanças voltou a repetir que a incerteza na actual conjuntura é muito elevada e que a situação económica "vai ser de mais baixo crescimento" do que aquele verificado no passado.

As declarações do ministro das Finanças foram feitas à margem da conferência "Financiamentos da Economia: Oportunidades e Parcerias no contexto Actual", que decorre na Culturgest, em Lisboa.

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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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