• 21 de Novembro de 2009
  • 14º - 19º Lisboa
  • 5 ideias para acabar com a malária
  • Novo canal sobre as alterações climáticas
  • Vampiros de Guillermo del Toro andam de eléctrico por Lisboa
 
Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
3,64
É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Novo relatório divulgado hoje
FMI agrava projecções e antecipa recessão em nove dos países mais ricos do mundo
06.11.2008 - 15h56
Por Eduardo Melo 
Yuri Gripas/Reuters (arquivo)
A equipa do FMI, liderada por Dominique Strauss-Kahn, apela à aplicação de planos de estímulos às economias para se evitar males ainda maiores
A rápida deterioração da actividade económica e financeira dos países desenvolvidos nos últimos meses obrigou o Fundo Monetário Internacional a rever as projecções apresentadas há um mês, apontando agora para uma contracção média de 0,25 por cento da riqueza a criar no próximo ano, um corte de 0,75 pontos percentuais em relação à anterior projecção.

Num comunicado hoje divulgado, o FMI relembra que esta é a primeira vez, no pós segunda Grande Guerra de 1939-45, que as economias desenvolvidas entram em contracção da riqueza, apelando a políticas de “estímulos económicos” por parte dos governos.

Para nove das maiores economias mundiais, incluindo os EUA, a Alemanha, o Reino Unido, a França, a Espanha e o Japão, o Fundo projecta quedas do Produto Interno Bruto que vão desde os 0,3 por cento dos EUA e os preocupantes 1,3 por cento do Reino Unido.

Alguns destes países são os principais parceiros comerciais de Portugal na Zona Euro, pelo que a contracção anual, no próximo ano, de 0,7 por cento da Espanha, de meio por cento da França e de 0,8 por cento da Alemanha irão naturalmente penalizar a economia portuguesa – para a qual não existe uma actualização do seu PIB neste relatório de Novembro.

No caso espanhol, os técnicos do FMI antecipam a recessão económica (descida de 0,2 por cento do PIB) já para este ano, decorrente da crise aguda do mercado imobiliário e do sector da construção civil, acentuada pela crise financeira internacional.

No conjunto das economias desenvolvidas, a projecção do FMI aponta para uma queda de 0,3 por cento no próximo ano, contra uma progressão de 1,4 por cento deste ano.

As economias emergentes, que irão crescer 6,6 por cento este ano e 5,1 por cento no próximo, irão continuar a suportar alguma pujança mundial – que apresenta projecções de 3,7 por cento este ano e de 2,2 por cento em 2009.
Achou este artigo interessante? Sim
 
Digg Do Melhor   Comente Leia comentários Imprima Tops Estatísticas
 
 
comente este artigo
Critérios para publicação de comentários
 
Restam 1200 caracteres
 
   
 
   
 
Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados. Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.
 
Registe-se, faça o seu login e acompanhe a evolução da cotação dos títulos que fazem parte da sua carteira ao longo do dia.
 


"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

PUB
PUB
18.11.2009
 

+ revista de imprensa
 
PUB