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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Menos seis décimas do que na previsão anterior
FMI revê em baixa crescimento português para 0,7 por cento
03.10.2008 - 17h26
Por Sérgio Aníbal 
Manuel Roberto (arquivo)
FMI corta seis décimas na projecção de crescimento do PIB português deste ano
O Fundo Monetário Internacional reviu hoje em baixa as suas projecções de crescimento para Portugal, estimando uma variação do PIB de 0,7 por cento este ano e um novo abrandamento para 0,6 por cento em 2009. No passado mês de Abril, o FMI tinha apontada para um crescimento de 1,3 e 1,4 por cento em 2008 e 2009, respectivamente.

Os motivos para o maior pessimismo estão, segundo o relatório publicado no âmbito da consulta do artigo IV feita anualmente pela instituição, na “deterioração da conjuntura internacional, preços das matérias-primas mais elevados, apreciação do euro e os efeitos da turbulência financeira internacional”.

O Fundo diz ainda que “melhorar o crescimento da produtividade e reduzir o défice de competitividade externa é essencial para enfrentar os problemas económicos de Portugal”.

Em relação ao sistema financeiro, embora concluindo que continua “saudável e bem supervisionado”, o Fundo alerta para o aumento das vulnerabilidades. Em particular, é assinalada a dependência do financiamento externo, a sensibilidade aos desenvolvimentos das bolsas e o elevado nível de endividamento das empresas e famílias.

A taxa de desemprego, depois de uma redução este ano para 7,6 por cento, deverá voltar a subir para 7,8 por cento no próximo ano.

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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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