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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Governo francês reconheceu hoje, após previsão do Insee
França é o primeiro grande país em recessão técnica
03.10.2008 - 14h40
Por Eduardo Melo 
Charles Platiau
Apesar da recessão técnica, Eric Woerth disse que a França irá crescer à volta de um por cento
O Governo francês reconheceu hoje que a economia está em "recessão técnica" nesta segunda metade do ano, definição que corresponde a dois trimestres consecutivos com o Produto Interno Bruto negativo.

A previsão foi antecipada pelo instituto nacional de estatística francês, o Insee, e confirmada hoje pelo ministro francês do Orçamento, Eric Woerth, que associou a definição de “recessão técnica” à contracção da economia durante dois trimestres consecutivos.

No entanto, o ministro sublinhou que para o ano em curso o Produto Interno Bruto deverá crescer um por cento, um argumento que Woerth utilizou, na sua primeira intervenção sobre o assunto, para desmentir que o país entraria em recessão, escreve o “Le Monde” online.

"Não é necessário jogar com as palavras, considero tudo isso ridículo", tinha reagido o ministro hoje de manhã, à notícia sobre a situação de recessão técnica da França. “Naturalmente, a França não está em recessão”, disse então, acrescentando que havia uma definição técnica e estatística de recessão e depois há a realidade das coisas.

O abrandamento da economia francesa coincide com a crise financeira internacional, que se agudizou há quase duas semanas, com a forte quebra das bolsas internacionais na já conhecida “segunda-feira negra”.

A fragilidade da França pode ser um sinal para outras economias da Zona Euro, caracterizada pela forte interdependência comercial.

Ontem, o Banco Central Europeu reconheceu que os recentes acontecimentos nos mercados financeiros irão ditar um menor crescimento da Zona Euro, principalmente das maiores economias: Alemanha, França e Itália. Também por essa razão, Jean-Claude Trichet admitiu, pela primeira vez em cinco anos, baixar as taxas de juro - cuja principal taxa de cedência de liquidez se encontra nos 4,25 por cento.

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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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