G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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08-02-2010 8:36:00
G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Os ministros das Finanças estão na fila da frente e são (da esquerda para a direita) Naoto Kan, do Japão, Giulio Tremonti, da Itália, Christine Lagarde, da França, Jim Flaherty, do Canadá, Tim Geithner, dos EUA, Alistair Darling, do Reino Unido, e Wolfgang Schaeuble, da Alemanha. Os governadores dos bancos centrais estão atrás, de pé. O governador do BCE, Jean-Claude Trichet, é o terceiro a contar da direita. Também em pé, junto aos governadores, está o presidente do grupo dos minsitros das Finanças da zona euro, Jean-Claude Juncker, do Luxemburgo. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho. |
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Resposta a Campos e Cunha e Miguel Beleza
Mário Lino não vê razões para o Governo parar obras devido à crise financeira
01.10.2008 - 16h47
Por Lusa
| Miguel Madeira (arquivo) |
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| Mário Lino diz que "o Governo não pode funcionar assim" |
O ministro das Obras Públicas, Mário Lino, afirmou hoje no Porto que "o Governo não pára obras", e disse que o Executivo tem a obrigação de enfrentar as dificuldades quando elas surgem.
O ministro comentava assim as declarações feitas ontem pelos antigos ministros das Finanças Luís Campos e Cunha e Miguel Beleza, que sugeriram ao Governo a suspensão dos grandes investimentos anunciados, sobretudo o comboio de alta velocidade e o novo aeroporto de Lisboa, face ao actual momento de grave crise financeira. Mário Lino, que falava aos jornalistas depois de uma reunião entre Governo e conselho de administração do Metro do Porto sobre o plano de expansão da rede, as grandes obras em causa "são de grande importância estratégica para o país". Luís Campos e Cunha, ex-ministro socialista, defendeu que estes projectos deveriam ser reavaliados à luz da crise financeira actual, com o dinheiro canalizado antes para a "salvaguarda dos mercados". Mário Lino respondeu hoje que "o Governo não pode funcionar assim". "Nós temos uma linha de rumo e quando as dificuldades surgem temos que ter um comportamento de enfrentar essas dificuldades", acrescentou. "Não foi certamente para recuar perante dificuldades que este governo foi eleito", afirmou também Mário Lino.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
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Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010 |
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03.02.2010 |
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