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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Presidente da Comissão Europeia diz que é preciso injectar confiança nos mercados
Barroso pede maior cooperação entre Estados-membros para enfrentar crise financeira
01.10.2008 - 12h30
Por Lusa 
Yves Herman/Reuters (arquivo)
Para Barroso, é preciso uma "acção coordenada" para restaurar a confiança nos mercados
O presidente da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, exortou hoje em Bruxelas os governos europeus a cooperarem mais estreitamente para enfrentar a crise financeira e restaurar a confiança nos mercados.

"Precisamos de ter uma cooperação mais estreita dos governos europeus, juntamente com as instituições europeias, os reguladores nacionais ou as autoridades de supervisão", disse Durão Barroso.

Para o presidente do executivo comunitário, será necessária uma "acção coordenada" para restaurar a confiança nos mercados.

Durão Barroso pediu ainda aos Estados Unidos para "assumir as suas responsabilidades", principalmente através da tomada de uma "decisão rapidamente" sobre o chamado Plano Paulson.

"Enfrentamos uma crise, mas temos meios para a ultrapassar. Vamos fazê-lo em cooperação com os nossos principais parceiros globais", sublinhou.

Para o presidente da Comissão Europeia na actual crise financeira não há apenas um problema de "injecção de capital" mas também de "injecção de credibilidade".

"Por isso pedimos mais cooperação entre os Estados-membros" da União Europeia, insistiu, acrescentando que é necessário tomar medidas que vão para além das de curto-prazo.

Durão Barroso assegura que as medidas que as decisões que estão a ser tomadas estão de acordo com as leis europeias, mas defendeu, na situação actual, a utilização de "flexibilidade" que é permitida pelas regras dos 27.

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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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