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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Parceiro do BCP na área dos seguros
Grupo Fortis será parcialmente nacionalizado para evitar falência
29.09.2008 - 08h41
Por Lusa 
Jerry Lampen
A operação dos três países visa evitar a falência
O grupo financeiro Fortis, parceiro do BCP na área dos seguros que atravessa uma grave crise de confiança do mercado, será parcialmente nacionalizado, anunciou ontem ao final do dia o primeiro-ministro belga, Yves Leterme.

Os governos da Bélgica, Holanda e Luxemburgo (Benelux) acordaram injectar 11,2 mil milhões de euros naquele banco para ajudar a instituição a sair da crise financeira.

O acordo foi alcançado num encontro, realizado ontem, que reuniu membros do Governo dos três países e representantes dos respectivos bancos centrais e da União Europeia.

A Bélgica vai investir 4,7 mil milhões de euros em contrapartida de uma participação de 49 por cento na filial belga do grupo Fortis, enquanto a Holanda vai injectar 4 mil milhões de euros por igual participação na filial holandesa e o Luxemburgo 2,5 mil milhões por idêntica participação na respectiva filial.

Os três países esperam evitar a falência deste grupo financeiro, dando garantias aos investidores e assegurando aos clientes que o seu dinheiro não está em risco.

Por seu lado, o Fortis, que esta semana desvalorizou 35 por cento na bolsa de Bruxelas, será forçado a vender a participação que detinha no banco holandês ABN Amro, adquirida no ano passado.

A Fortis é parceira do BCP no segmento de seguros, controlando em conjunto o Millenium BCP Fortis Grupo Segurador, companhia que detém várias seguradoras, designadamente a Ocidental Vida, a Ocidental Seguros, a Pensões GERE e a Médis.

Aquela holding é detida em 51 por cento pela Fortis e em 49 por cento pelo BCP.

A venda de activos do grupo financeiro belga-holandês Fortis não terá qualquer impacto na actividade seguradora em Portugal, segundo garantiu à Lusa o administrador do BCP Nelson Machado.

Para o ministro holandês das Finanças, Wouter Bos, os quatro mil milhões de euros investidos pelo Estado holandês no grupo financeiro não são "dinheiro perdido".

"Não é dinheiro perdido, em troca recuperamos o direito de voto no banco e influência, o que é justamente aquilo que os investidores e as famílias apreciam numa altura em que se anunciam tempos incertos", assegurou Wouter Bos, questionado em Bruxelas pela televisão holandesa.

As acções do Fortis subiam hoje 14,5 por cento à abertura da bolsa de Amsterdão.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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