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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Aumento resulta da subida do IMI e do IMT cobrados
Cada português pagou cerca de 235 euros em impostos municipais em 2007
26.09.2008 - 18h17
Por Lusa 
Luís Efigénio (arquivo)
Os cinco concelhos mais ricos em impostos em 2007 foram Vila do Bispo, Loulé, Lagos, Albufeira e Óbidos
Cada português pagou, em média, 235,12 euros no ano passado em impostos municipais, mais 25,9 por cento em relação ao ano passado em que a média cobrada foi de 186,81 euros. Na origem desta subida estará o aumento dos valores do Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) e do Imposto Municipal sobre Transmissões (IMT).

Dados da Direcção-Geral das Autarquias Locais indicam que as receitas do IMI e do IMT recolhidas cresceram 32 por cento e 33 por cento, respectivamente, entre 2006 e 2007. Além disso, no ano passado a derrama também melhorou bastante, já que depende da cobrança de IRC, cuja receita cresceu 31,2 por cento.

No ano passado, as 308 câmaras municipais do país recolheram junto da população cinco impostos: IMI, o IMT, o Imposto Único de Circulação, recebendo ainda cinco por cento da receita de IRS.

O concelho de Vila do Bispo, no distrito de Faro, foi o que mais recebeu em impostos. Esta autarquia recolheu 1117,35 euros (por cada habitante), mais 105,1 por cento que em 2006. Já o município de Cinfães, em Viseu, foi o que menos recolheu. Cada habitante deste concelho pagou 48,38 euros em impostos locais.

Quando comparado com os valores de 2006, é de destacar o que se passou com o município de Fronteira, no concelho de Portalegre, que registou o maior acréscimo de impostos locais pagos por habitante. Em 2006, a capitação de impostos locais (a soma dos impostos locais a dividir pelo número de habitantes da autarquia) naquele concelho foi de 109,90 euros, passando para 308,82 euros, no ano passado, 181 por cento acima. Esta subida resulta do acréscimo de 450 por cento no IMT cobrado, em resultado do lançamento de um resort turístico de luxo.

Por outro lado, o concelho de Vila Flor, em Bragança, foi aquele onde houve uma maior quebra nos impostos municipais pagos por habitante, recuando 30,1 por cento. Esta diminuição ficou a dever-se à queda de 68 por cento nas receitas de IMT.

Entre os 308 municípios, existem 28 que podem ser considerados ricos, ou seja, onde o que cada habitante pagou em impostos locais ficou 125 por cento acima da média nacional. Nesta lista incluem-se fundamentalmente concelhos que vivem do turismo. Incluem-se aqui as autarquias de Lisboa, Porto, Cascais, Porto Santo entre muitas do Algarve.

Os cinco concelhos mais ricos em impostos em 2007 foram Vila do Bispo, Loulé, Lagos, Albufeira e Óbidos. Os cinco mais pobres foram Cinfães, Baião, Portel, Santa Marta de Penaguião e Corvo.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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