G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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08-02-2010 8:36:00
G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Os ministros das Finanças estão na fila da frente e são (da esquerda para a direita) Naoto Kan, do Japão, Giulio Tremonti, da Itália, Christine Lagarde, da França, Jim Flaherty, do Canadá, Tim Geithner, dos EUA, Alistair Darling, do Reino Unido, e Wolfgang Schaeuble, da Alemanha. Os governadores dos bancos centrais estão atrás, de pé. O governador do BCE, Jean-Claude Trichet, é o terceiro a contar da direita. Também em pé, junto aos governadores, está o presidente do grupo dos minsitros das Finanças da zona euro, Jean-Claude Juncker, do Luxemburgo. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho. |
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Campanha da Deco
Sábado sem abastecer para lutar contra preços elevados dos combustíveis
22.09.2008 - 16h18
Por Lusa, PÚBLICO
| David Clifford (arquivo) |
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| A Deco queixa-se que há uma diferença relevante entre preços dos combustíveis e o do crude |
Não abastecer os veículos durante o próximo sábado é a forma de luta que a associação de defesa do consumidor Deco está a promover contra o preço dos combustíveis. O protesto ocorre depois de, nas últimas semanas, as petrolíferas terem sido acusadas de não reflectirem nos preços a descida das cotações do crude.
Com a campanha “Preços dos Combustíveis: assim não! Sábado 27: não se esqueça, não abasteça”, a Deco reivindica uma harmonização entre os preços dos combustíveis e as variações reais nos custos das matérias-primas. Segundo a associação, as petrolíferas aumentam de imediato os preços dos combustíveis quando se verifica um aumento do preço do petróleo, mas em casos de quebra as empresas “mantêm discricionariamente os preços”. A Deco apela, por isso, à Autoridade da Concorrência (AdC) que desempenhe “com eficácia as suas competências de fiscalização e supervisão” do mercado, prestando atenção à evolução dos preços e contendo qualquer prática limitativa da concorrência. Ao Governo, de acordo com a associação, cabe, por outro lado, a criação de uma “estrutura específica de regulação deste sector”, que possa intervir de forma eficaz e que estimule o aparecimento de novos operadores no mercado nacional, no qual existe “uma verdadeira situação de oligopólio”. A AdC prometeu a semana passada analisar uma eventual concertação de preços entre as petrolíferas e a forma como é feito o acerto entre os preços dos combustíveis e as cotações do petróleo.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
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Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010 |
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03.02.2010 |
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