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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Presidente da República recusa comentar possível intervenção do Governo
Cavaco Silva considera que a questão dos preços dos combustíveis exige reflexão
18.09.2008 - 18h31
Por Lusa 
Enric Vives Rubio (arquivo)
Cavaco considera a questão "complexa, principalmente porque se insere numa crise financeira internacional muito forte"
O Presidente da República, Cavaco Silva, escusou-se a comentar a possibilidade de o Estado intervir para fazer baixar os preços dos combustíveis para os consumidores, referindo apenas que a questão é "complexa" e que exige reflexão.

Questionado sobre a disparidade entre a evolução do custo do petróleo nos mercados internacionais e os preços praticados do gasóleo e da gasolina no país, Cavaco Silva disse que a situação é complexa, exigindo reflexão. "A questão é complexa, principalmente porque se insere numa crise financeira internacional muito forte e também de grande complexidade, pelo que não se pode responder de forma apressada", disse, à margem de um exercício militar conjunto da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa, a que assistiu em S. Jacinto, Aveiro.

Ontem, em entrevista à SIC Notícias, o ministro da Economia, Manuel Pinho, afirmou que “se por acaso o preço da gasolina” nas bombas não baixar ficará “extremamente surpreendido” e não hesitará em tomar medidas. Não disse no entanto quando as tomaria nem que tipo de medidas ponderava.

“Estou preparado para tomar toda e qualquer medida em defesa do consumidor”, assegurou, acrescentando que o Governo “não hesitou na chamada ‘taxa Robin dos Bosques’”. “Não hesitei quando não permiti o aumento das tarifas de electricidade de 16 por cento... Portanto, quando se trata de defender os consumidores e as empresas, o Governo está aqui para o fazer”, garantiu.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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