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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Repsol ampliou complexo petroquímico
Sócrates diz que voltou o sonho de Sines como potência petroquímica mundial
17.09.2008 - 14h51
Por Lusa 
Pedro Inácio (arquivo)
O Porto de Sines vai ser ampliado
O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou hoje que o actual clima de negócios em Portugal permite o regresso ao sonho (do final dos anos 60) de construir em Sines um dos maiores complexos petroquímicos do mundo.

José Sócrates falava no final da sessão que assinalou a ampliação do complexo petroquímico de Sines da Repsol, projecto de investimento avaliado em mil milhões de euros, que numa primeira fase criará 1500 postos de trabalho.

O projecto de investimento deverá ser concretizado até 2011 e, numa segunda fase, criará cerca de 500 postos de trabalho permanentes.

Após os discursos do presidente da Câmara de Sines, do ministro da Economia, Manuel Pinho, e do presidente da Repsol, Bru Fau, Sócrates sublinhou a dimensão do investimento da petrolífera espanhola em Sines.

“O conjunto de investimentos previstos para Sines nos próximos anos mostra que está de regresso o seu sonho de ter um dos maiores complexos petroquímicos do mundo”!, declarou.

Portugal conhecido pelo “bom ambiente de negócios

Na sua intervenção, o primeiro-ministro procurou relacionar os cinco investimentos petroquímicos em Sines com uma “mudança no ambiente de negócios em Portugal”.

“Este projecto de investimento da Repsol foi anunciado em 2006, mas foi aprovado e licenciado pela administração pública portuguesa em dois anos”, apontou Sócrates.

De acordo com as estimativas da Repsol, o projecto de investimento, que prevê a modernização do complexo petroquímico e a construção de duas novas fábricas, deverá estar concluído em 2011.

Para José Sócrates, a alegada rapidez na aprovação de projectos de investimento “está a tornar Portugal um país conhecido como tendo um bom ambiente de negócios”.

Estado investe em infra-estruturas

No entanto, o primeiro-ministro adiantou que, além dos investimentos privados na região de Sines, o Estado também fará a sua parte, sobretudo no domínio da construção de infra-estruturas.

“Temos em concurso a ligação entre Sines e Beja do Itinerário Principal 8, o projecto do aeroporto de Beja, a ampliação do porto de Sines (com a inauguração hoje da segunda fase do terminal de contentores) e projectos de modernização ferroviária”, declarou.

Segundo o primeiro-ministro, Sines “vai entrar finalmente num novo ciclo de desenvolvimento” e todos os projectos de investimento em curso nesta região “contribuirão para o aumento das exportações nacionais e para a criação de postos de trabalho”.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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