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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Ramo não vida penalizou contas da seguradoras
Lucros do sector segurador caíram 5,2 por cento no ano passado
31.07.2008 - 11h12
Por Eduardo Melo, Cristina Ferreira 
O sector segurador viu os seus lucros caírem 5,2 por cento no ano passado, para 679 milhões de euros, valor que representa cerca de 99 por cento do sector, que se encontra concentrado em três ou quatro grande grupos.

O ramo vida cresceu 20,1 por cento, cifrando-se em 388 milhões de euros, compensando a descida do ramo não vida, que sofreu uma queda de 36,5 por cento, para 337 milhões de euros, anunciou hoje em conferência de imprensa a Associação Portuguesa de Seguradores.

O grau de penetração dos seguros no Produto Interno Bruto foi de 8,54 por cento, para um rácio de investimento (face ao PIB) de 30,7 por cento, uma subida de apenas 0,03 pontos percentuais.

No ano passado, o sector emitiu 13,751 mil milhões de prémios de seguro directo, traduzindo-se num crescimento de 4,8 por cento relativamente a 2006.

O ramo vida foi novamente o motor do crescimento, subindo 6,9 por cento, para 9,369 mil milhões de euros, ficando o ramo não vida nos 4,382 mil milhões de euros, o que reflectiu uma descida de 0,5 por cento.

Em relação à carteira de investimentos, o mercado segurador foi responsável por um total de 49,446 mil milhões de euros no ano passado, um acréscimo de quatro mil milhões de euros em relação a 2006, cifra que corresponde a um crescimento de 8,8 por cento.

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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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