G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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08-02-2010 8:36:00
G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Os ministros das Finanças estão na fila da frente e são (da esquerda para a direita) Naoto Kan, do Japão, Giulio Tremonti, da Itália, Christine Lagarde, da França, Jim Flaherty, do Canadá, Tim Geithner, dos EUA, Alistair Darling, do Reino Unido, e Wolfgang Schaeuble, da Alemanha. Os governadores dos bancos centrais estão atrás, de pé. O governador do BCE, Jean-Claude Trichet, é o terceiro a contar da direita. Também em pé, junto aos governadores, está o presidente do grupo dos minsitros das Finanças da zona euro, Jean-Claude Juncker, do Luxemburgo. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho. |
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Reunião da OMC em Genebra termina com divergências de posições
Acordo de liberalização do comércio mundial fracassa
29.07.2008 - 17h26
Por Ana Rita Faria
| Damir Sagolj/Reuters (arquivo) |
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| Os serviços, do lado da UE e dos EUA, e os produtos agrícolas, do lado das economias emergentes, constituem fonte de discórdia na OMC |
Ao fim do nono dia de negociações, a cimeira da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Genebra em torno da liberalização do comércio internacional terminou sem acordo.
Segundo refere a BBC News, citando fontes da OMC, as negociações fracassaram depois de a China, a Índia e os Estados Unidos não se terem conseguido entender sobre como reformar as leis do comércio. "Esta reunião fracassou, os membros [da OMC] simplesmente não foram capazes de ultrapassar as suas divergências", afirmou Pascal Lamy, directo-geral da organização, na conferência de imprensa final do encontro O responsável prometeu não baixar os braços e empenhar-se nas negociações para conseguir "um melhor sistema de comércio mundial", mas foi cauteloso quanto a um calendário para o reinício dos contactos: "Há peças importantes que ainda faltam". As rondas de negociações da OMC começaram em 2001 com o objectivo de esbater as desigualdades entre nações ricas e pobres, procurando dar a possibilidade aos países em desenvolvimento de beneficiar do comércio livre. Todos os encontros realizados acabaram por se ver votados ao fracasso, devido ao facto de os países não conseguirem entender-se sobre como ter acesso aos respectivos mercados. Enquanto os Estados Unidos e a União Europeia querem ter a possibilidade de fornecer serviços aos países emergentes, como a China e a Índia, estes, em contrapartida, exigem a abertura dos mercados europeus e norte-americano aos seus produtos, principalmente do sector agrícola.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
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Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010 |
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03.02.2010 |
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