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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

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PS "vai estar mobilizado" para debater o diploma
Sócrates quer debater o Código de Trabalho para desfazer "embustes" do PCP e BE
23.07.2008 - 15h11
Por Lusa 
Carlos Lopes (arquivo)
Sócrates afirma que "ninguém que esteja com o coração limpo pode concluir que a proposta do Governo não se destina a defender os trabalhadores"
O primeiro-ministro garantiu hoje que o PCP e o Bloco de Esquerda terão todo o tempo de debate necessário sobre o Código de Trabalho, assegurando que o PS quer debater o diploma para travar a discussão contra os "embustes" da esquerda sectária.

José Sócrates, que falava no encerramento de um colóquio promovido pelo grupo parlamentar do PS sobre a proposta do Governo de Código de Trabalho, sublinhou que o PS "quer o debate" e que "vai estar mobilizado" para ele.

Na sua intervenção, o líder socialista referiu-se por várias vezes indirectamente à contestação movida pela CGTP-IN e pelo PCP em relação ao calendário escolhido pelo PS e pelo Governo para o debate do Código de Trabalho na Assembleia da República, que deverá ser aprovado em plenário do Parlamento logo no início da próxima sessão legislativa, em Setembro. "Querem mais tempo de debate? Terão todo o tempo que quiserem, mas o PS quer centrá-lo nas questões de substância e não no processo. Os argumentos processuais são a desculpa dos fracos", acusou o primeiro-ministro.

Perante uma plateia maioritariamente preenchida por deputados do PS, Sócrates lamentou que CDS-PP e PSD, "as forças da direita, se encontrem ausentes deste debate" em torno da revisão da legislação laboral.

Quanto ao PCP e ao Bloco de Esquerda, José Sócrates afirmou que se os dois partidos quiserem discutir o diploma "terão pela frente um PS mobilizado, que vai denunciar todos os embustes e a demagogia". "Somos de uma esquerda que não tem medo da mudança e que quer um país competitivo", acrescentou.

Para o chefe de Governo, "ninguém que esteja com o coração limpo, com o coração aberto, pode concluir que esta proposta do Governo de Código de Trabalho não se destina a combater a precariedade e a defender os trabalhadores". "Só por puro sectarismo a esquerda conservadora pode atacar o PS, tentando fazer crer que onde se vê água afinal vê-se vinho, ou tentando passar a ideia que a proposta do Governo é contra os trabalhadores", afirmou.

José Sócrates disse estar convencido que a proposta do Governo "defende os trabalhadores, dá melhores condições de competitividade às empresas e representa um novo compromisso social" e que o "novo Código de Trabalho é uma mudança a favor da economia, dos trabalhadores e das empresas".
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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