G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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08-02-2010 8:36:00
G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Os ministros das Finanças estão na fila da frente e são (da esquerda para a direita) Naoto Kan, do Japão, Giulio Tremonti, da Itália, Christine Lagarde, da França, Jim Flaherty, do Canadá, Tim Geithner, dos EUA, Alistair Darling, do Reino Unido, e Wolfgang Schaeuble, da Alemanha. Os governadores dos bancos centrais estão atrás, de pé. O governador do BCE, Jean-Claude Trichet, é o terceiro a contar da direita. Também em pé, junto aos governadores, está o presidente do grupo dos minsitros das Finanças da zona euro, Jean-Claude Juncker, do Luxemburgo. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho. |
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Tempestade tropical sem efeito no Golfo do México
Petróleo mantém marcha descendente ao sabor da procura
23.07.2008 - 10h11
Por Reuters, PÚBLICO
| Greg Locke/Reuters (arquivo) |
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| A procura por petróleo abrandou e reduziu a pressão sobre os preços |
O preço do petróleo de “Brent” cotado em Londres continuava hoje de manhã a sua marcha descendente das últimas semanas e baixava quase dois dólares (1,27 euros), para 127,62 dólares (81 euros) o barril, acompanhando a evolução da procura mundial.
Em Nova Iorque, o preço do petróleo “light” recuava dos 127 dólares o barril, beneficiando da diminuição da procura energética dos principais consumidores mundiais e da redução do impacto da tempestade tropical no Golfo do México. Apesar do aumento do valor do dólar em relação às principais divisas mundiais, o preço da principal matéria-prima internacional continuava a demonstrar tendência para se ajustar em baixa, porventura à procura de novos pontos de equilíbrio. A Reuters adianta ainda outra explicação para esta tendência: há investidores que podem estar a considerar o petróleo um investimento menos atractivo e parte do dinheiro que afluiu para esta matéria-prima no último ano pode, agora, estar a ser desviado para outros alvos. A 11 de Julho, o preço do petróleo em Nova Iorque atingiu o valor recorde de 147,27 dólares (93,48 euros) o barril, mais 20 dólares (12,70 euros) do que o preço de hoje, e a subida no ano cifra-se em 30 por cento, em comparação com 2007. Em 2002, o preço do petróleo chegou a custar 20 dólares o barril. De lá para cá, o incremento da procura mundial, principalmente dos gigantes China e Índia, fez agravar sustentadamente os preços do petróleo em Londres e Nova Iorque até aos valores máximos atingidos já este mês.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
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Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010 |
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03.02.2010 |
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