• 21 de Novembro de 2009
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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Tempestade tropical sem efeito no Golfo do México
Petróleo mantém marcha descendente ao sabor da procura
23.07.2008 - 10h11
Por Reuters, PÚBLICO 
Greg Locke/Reuters (arquivo)
A procura por petróleo abrandou e reduziu a pressão sobre os preços
O preço do petróleo de “Brent” cotado em Londres continuava hoje de manhã a sua marcha descendente das últimas semanas e baixava quase dois dólares (1,27 euros), para 127,62 dólares (81 euros) o barril, acompanhando a evolução da procura mundial.

Em Nova Iorque, o preço do petróleo “light” recuava dos 127 dólares o barril, beneficiando da diminuição da procura energética dos principais consumidores mundiais e da redução do impacto da tempestade tropical no Golfo do México.

Apesar do aumento do valor do dólar em relação às principais divisas mundiais, o preço da principal matéria-prima internacional continuava a demonstrar tendência para se ajustar em baixa, porventura à procura de novos pontos de equilíbrio.

A Reuters adianta ainda outra explicação para esta tendência: há investidores que podem estar a considerar o petróleo um investimento menos atractivo e parte do dinheiro que afluiu para esta matéria-prima no último ano pode, agora, estar a ser desviado para outros alvos.

A 11 de Julho, o preço do petróleo em Nova Iorque atingiu o valor recorde de 147,27 dólares (93,48 euros) o barril, mais 20 dólares (12,70 euros) do que o preço de hoje, e a subida no ano cifra-se em 30 por cento, em comparação com 2007.

Em 2002, o preço do petróleo chegou a custar 20 dólares o barril. De lá para cá, o incremento da procura mundial, principalmente dos gigantes China e Índia, fez agravar sustentadamente os preços do petróleo em Londres e Nova Iorque até aos valores máximos atingidos já este mês.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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