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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Inspecção a pedido do ministro da Economia
ASAE: mais de cem postos não baixaram preço do gás após descida do IVA
11.07.2008 - 18h16
Por Romana Borja-Santos 
Nuno Santos (arquivo)
A inspecção visou os preços das garrafas de gás butano, propano e GPL
Mais de cem dos 250 postos de venda de gás inspeccionados pela ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica) não fizeram sentir no preço final a pagar pelo consumidor a descida do IVA de 21 para 20 por cento. A pedido do ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, a ASAE fez um levantamento a nível nacional dos preços praticados na venda das garrafas de gás butano, propano e GPL, para verificar se a redução do IVA estava a ser cumprida.

No entanto, dos 250 operadores económicos inspeccionados a autoridade verificou que apenas 144 baixaram os preços das garrafas de gás butano, propano e GPL. No total, 91 operadores mantiveram os preços praticados a 30 de Junho, nove mudaram apenas os de alguns produtos e seis subiram mesmo os preços.

Na mesma acção, a ASAE aproveitou para verificar as condições dos postos de abastecimento, tendo encerrado três – dois por falta de licenciamento e sistema de controlo metrológico e outro apenas por falta de controlo metrológico. Foram, também, instaurados 20 processos de contra-ordenação. As principais infracções detectadas foram a falta de fixação dos preços do gás, incumprimento das normas do Livro de Reclamações e falta de licenciamento do parque de gás.

A ASAE vai agora enviar a lista dos postos de combustível e dos pontos de venda de gás para a Direcção Geral das Actividades Económicas (DGAE) que deverá, posteriormente, notificar os agentes económicos e integrá-los na lista que permite a este organismo vigiar o preço do gás.

De acordo com a legislação em vigor, o preço do gás é livre mas faz parte do regime de preços vigiados, que obriga as empresas, quando notificadas, a enviar para a DGAE todas as alterações que forem feitas aos preços e as margens de comercialização que praticam, assim como a data de entrada em vigor. Todos estes dados devem ser acompanhados de uma justificação e caso se verifique alguma falha as empresas sujeitam-se a multas ou, em casos mais graves, a punição por crime de desobediência e falsas declarações.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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