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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

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Inspecção a pedido do ministro da Economia
ASAE: mais de cem postos não baixaram preço do gás após descida do IVA
11.07.2008 - 18h16
Por Romana Borja-Santos 
Nuno Santos (arquivo)
A inspecção visou os preços das garrafas de gás butano, propano e GPL
Mais de cem dos 250 postos de venda de gás inspeccionados pela ASAE (Autoridade de Segurança Alimentar e Económica) não fizeram sentir no preço final a pagar pelo consumidor a descida do IVA de 21 para 20 por cento. A pedido do ministro da Economia e da Inovação, Manuel Pinho, a ASAE fez um levantamento a nível nacional dos preços praticados na venda das garrafas de gás butano, propano e GPL, para verificar se a redução do IVA estava a ser cumprida.

No entanto, dos 250 operadores económicos inspeccionados a autoridade verificou que apenas 144 baixaram os preços das garrafas de gás butano, propano e GPL. No total, 91 operadores mantiveram os preços praticados a 30 de Junho, nove mudaram apenas os de alguns produtos e seis subiram mesmo os preços.

Na mesma acção, a ASAE aproveitou para verificar as condições dos postos de abastecimento, tendo encerrado três – dois por falta de licenciamento e sistema de controlo metrológico e outro apenas por falta de controlo metrológico. Foram, também, instaurados 20 processos de contra-ordenação. As principais infracções detectadas foram a falta de fixação dos preços do gás, incumprimento das normas do Livro de Reclamações e falta de licenciamento do parque de gás.

A ASAE vai agora enviar a lista dos postos de combustível e dos pontos de venda de gás para a Direcção Geral das Actividades Económicas (DGAE) que deverá, posteriormente, notificar os agentes económicos e integrá-los na lista que permite a este organismo vigiar o preço do gás.

De acordo com a legislação em vigor, o preço do gás é livre mas faz parte do regime de preços vigiados, que obriga as empresas, quando notificadas, a enviar para a DGAE todas as alterações que forem feitas aos preços e as margens de comercialização que praticam, assim como a data de entrada em vigor. Todos estes dados devem ser acompanhados de uma justificação e caso se verifique alguma falha as empresas sujeitam-se a multas ou, em casos mais graves, a punição por crime de desobediência e falsas declarações.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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